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5 dicas para sobrar dinheiro ao fim do mês

Ter dinheiro de sobra ao fim do mês não é um desafio fácil, ainda mais em tempos de inflação alta e recessão econômica. Mas é justamente pensando nesses dias difíceis que precisamos pensar em alternativas para sobrar alguma grana na carteira ao fim de cada mês.

Tempos de turbulência são passageiros, assim como tudo na vida, essa fase ruim pode até assustar, mas certamente não irá durar para sempre. Em todo caso, alguns sacrifícios feitos agora podem levar a uma revisão de comportamento e a redução de hábitos consumistas.
Supérfluos no supermercado
Na hora de fazer as compras, sempre acabam entrando produtos no carrinho que não estavam na lista. Em tempos de crise, esses penetras acabam pesando no orçamento. Pode ser uma bandeja de frios a mais que acaba desperdiçada, ou mesmo uma quantidade maior de frutas do que você tem intenção de comer. Além de outros produtos que não fazem parte das suas necessidades essenciais e que podem ser cortados, mesmo que temporariamente.
Fuja das vitrines e lojas virtuais
Quem acompanha o Finanças Femininas sabe que nossas colunistas Van Duarte e Julia (Economoda) sempre dão dicas ótimas de como economizar com moda, principalmente indicando formas de fazer uma releitura daquilo que você tem em seu armário. Se o seu objetivo é fazer sobrar mais dinheiro ao fim do mês, trate de ignorar os anúncios em promoção e passe a comprar somente o que você realmente precisa. Afinal, uma sapatilha de R$ 30 não fica mais tão barata quanto parece quando você a leva para casa e percebe que tem outra praticamente igual. A questão não é o produto com valor em conta, você precisa avaliar a real necessidade de comprar aquilo.

Avalie os serviços que estão sendo pouco utilizados

Quando contratamos um serviço e contamos com ele durante muito tempo, é comum deixarmos de perceber o impacto que eles têm em nosso orçamento. Então, quando você for revisar o seu para saber onde está gastando mais e o que pode ser cortado, veja se os serviços que você contratou estão de acordo com sua real necessidade. Vale para TV por assinatura, pacote de celular e internet, entre outros. Você não precisa cortar tudo, mas pode avaliar a possibilidade de contratar um pacote mais barato e que também atenda suas necessidades.

Lazer mais barato

Deixar de sair e aproveitar a vida é um conselho que não pode ser dado. Afinal, trabalhamos muito, nos dedicamos às nossas carreira e merecemos ter o nosso momento de descanso. Mas da mesma forma que você corta gastos de suas despesas cotidianas, é preciso fazer o mesmo com o lazer. Se você precisa ter mais dinheiro na conta ao fim do mês, procure opções mais baratas para seu lazer. Reunir os amigos em casa para um happy hour ou a família para um churrasco de domingo – com todos os envolvidos rachando os custos – sai mais barato do que fazer isso em bares ou restaurantes.
Fique de olho também na programação cultural da cidade, sempre existem opções de shows, exposições e festivais gratuitos ou com baixo custo.
Reduza o consumo em casa

Essas dicas valem não só para o seu bolso, mas também para uma rotina mais sustentável. Há algum tempo, falamos aqui sobre aplicativos para economizar água e energia elétrica. Em tempos de contas com tarifas reajustadas e orçamento apertado, todo tipo de economia caseira é valiosa. Desligue os aparelhos das tomadas, diminua o tempo do banho, não deixe luzes acesas sem necessidade, não utilize a máquina de lavar quando tiver pouca roupa, enfim, existem uma série de cortes que você pode fazer para reduzir o valor de suas contas.              

De: financasfemininas.uol.com.br/       
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Antes de levantar crédito, planeje-se!

Finanças Pessoais

Crédito é um produto como outro qualquer, sua contratação deve ser analisada da mesma forma com que você planeja a compra de um bem

De: InfoMoney

Poucas pessoas associam a palavra planejamento à tomada de crédito. Essa postura talvez reflita o fato de que são poucas as pessoas que vêem o crédito como ele é: um produto, como outro qualquer.

A maioria de nós se planeja antes de comprar uma geladeira, carro, ou qualquer outro bem, mas esquece de adotar o mesmo procedimento na hora de emprestar dinheiro. Mas, o que efetivamente envolve o planejamento da tomada de crédito?


O que você precisa?
Comece refletindo sobre o porquê da sua decisão de tomar dinheiro emprestado. O forte crescimento na concessão de crédito, que vem ocorrendo nos últimos anos, acaba incentivando as pessoas a usarem crédito para arcar com despesas correntes ou para a realização de sonhos de consumo.

Não há nada de errado em usar o crédito para realizar um sonho de consumo, mas antes de optar por esse caminho faça as seguintes perguntas: será que você realmente precisa disso agora? Não é possível esperar um pouco? Quanto você economizaria se planejasse a compra a vista?



Se depois de analisar esses pontos você ainda estiver convencido de que o crédito é a melhor saída, é hora de avaliar que tipo de linha de crédito você precisa, quanto você precisa tomar emprestado, e por quanto tempo você vai precisar desse dinheiro. Uma vez definido o tipo de linha de crédito que você precisa é hora de pesquisar os custos.

Que valor e por quanto tempo?
Se você não sabe ao certo o quanto vai precisar, faça as contas com cuidado, não vale a pena tomar um volume maior de crédito emprestado só por segurança. Lembre-se que isso tem um custo. Muitas vezes o consumidor, animado com o fato da taxa de juro ser mais baixa, acaba decidindo aumentar o volume do empréstimo, o que acaba pesando no seu bolso.

Definido o volume, é hora de refletir por quanto tempo, ou o prazo, durante o qual você vai precisar desse dinheiro. De certa forma, essa resposta está alinhada com o objetivo que você pretende dar ao dinheiro emprestado. Estamos falando de uma emergência financeira temporária: o seu salário atrasou, e você não tinha com o que pagar as contas? Você perdeu emprego e não conta com uma reserva de emergência? Optou por comprar financiado um determinado bem?

Com essas duas informações você já pode definir melhor o tipo de linha de crédito que precisa. Vale notar que, no caso das necessidades temporárias de dinheiro, pode valer mais a pena optar por uma linha de crédito rotativo, como o cartão ou o cheque especial, do que com uma linha de empréstimo pessoal com prazo mais longo.

Na ponta do lápis
É claro que aí é preciso ter uma noção realista do que é temporário, pois senão corre-se o risco de virar permanente e, nesse caso, o crédito rotativo não é a melhor opção. A tabela abaixo ilustra essa situação. Se temporária, financiar no cartão implica em gastos menores do que fazer um empréstimo pessoal.
Linha de créditoCartãoEmpréstimo
Valor emprestadoR$ 5.000,00R$ 5.000,00
Prazo2 meses12 meses
Taxa10% ao mês5,29% ao mês
Gasto com juroR$ 761,90R$ 1.880,69
Porém, se a situação temporária se alongar, e você financiar esse saldo no cartão por seis meses, então aí a situação já muda, e o gasto total com juros do cartão já supera o do empréstimo pessoal.

Atenção aos custos!
Aqui também é preciso atenção, pois os custos de um financiamento não terminam com os juros, é preciso arcar com as taxas de concessão de crédito, assim como o custo do seguro - já que na maioria dos casos o custo do seguro já é embutido.

Contudo, é preciso se informar sobre custos extras, ou possibilidade de mudança dos juros durante o prazo de financiamento. Você está financiando a uma taxa fixa, ou não? Não são raros os casos de empréstimos, sobretudo, no caso de crédito rotativo, cuja taxa anunciada é bastante atrativa, mas não se aplica em todos os casos.

É possível que essa taxa só seja praticada para um volume de crédito menor, ou por um período determinado de tempo, depois do que as taxas praticadas são até mais elevadas do que as vigentes no mercado. Aqui novamente é preciso fazer as contas. Se você acredita que consegue quitar sua dívida antes do término do período no qual a taxa é mais baixa, então essa pode ser a melhor linha de crédito para você.

Um ponto que vale a pena ser analisado é a possibilidade de quitação antecipada, e as condições na qual isso pode acontecer. Em alguns casos, a quitação até é aceita, mas as condições oferecidas não são atrativas, daí a importância de se avaliar com cuidado o tema.

Endividamento, quando perdemos o controle?
Mesmo que as condições oferecidas em uma determinada linha de crédito sejam atrativas, você precisa verificar que ela se encaixa na sua realidade financeira. Assim, avalie qual o peso da prestação no seu orçamento.

Um erro comum cometido pelas pessoas é o de analisar a prestação de crédito de forma individual. Ainda que as regras de financiamento sugiram que a prestação não deve comprometer mais do que 30% da sua renda mensal, lembre-se que, provavelmente, essa análise já está sendo feita pela instituição financeira.

No seu caso é preciso ir além. Mesmo que a prestação comprometa uma parcela inferior a 20% do seu orçamento, avalie o quanto dele já está comprometido, e se você realmente tem como absorver esse gasto extra. Caso tenha condições de absorver o gasto com a prestação, mas isso faça com que a parcela do seu orçamento comprometida com dívidas supere os 40%, você corre o risco de perder o controle.

Nessa situação, avalie se não é o caso de esperar um pouco mais para levantar esse crédito. Será que não vale mais a pena adiar a realização do sonho, ou no caso de uma emergência, recorrer a cortes drásticos no orçamento, e até mesmo a venda de bens para obter o dinheiro de que precisa?

Antes de assinar o contrato de crédito leia com atenção todas as cláusulas e pergunte tudo o que não entender. Assegure-se de que tudo o que foi combinado com relação a custos, prazo, quitação, garantias esteja detalhado no contrato. Feito isso, guarde uma cópia, pois essa é segurança de que seus direitos serão respeitados.
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Veja 15 pensamentos que diferem as pessoas ricas

Conheça as diferenças entre os pensamentos dos ricos e da maioria das pessoas


InfoMoney

Quem tem muito dinheiro pensa e age de maneira diferente da maioria da população. Ao menos, esta é a opinião do autor do livro “Como pessoas ricas pensam”, Steve Siebold, que relatou ao site Business Insider as diferenças nas atitudes dos ricos.

Veja 15 desses pensamentos:


1- Egoísmo é uma virtude, sabia?
A maioria das pessoas sente necessidade de salvar o mundo e colocar os outros antes de si mesmo. Já as pessoas ricas acreditam que se não se ajudarem primeiro, não poderão ajudar ninguém.

2- Não fique esperando; agir é a chave do sucesso
Você não vai ver uma pessoa rica na fila para jogar na loteria (mesmo antes de ser rica). Grande parte das pessoas está sempre à espera de alguém para ajudá-los a ficar rico, seja a loteria, o Governo, um amigo ou o cônjuge, mas isso só os mantém pobres. As pessoas ricas agem e gastam tempo resolvendo problemas.

3- Valorize o diferencial
As pessoas acreditam que o caminho para a riqueza é por meio da educação, fazendo mestrado e doutorado. As pessoas ricas são geralmente ricas, porque elas fizeram dinheiro vendendo um conhecimento específico que adquiriram.

4-Sonhe com o futuro
As pessoas ricas gastam muito tempo olhando para o futuro, estabelecendo metas e ansiosas pelo o que vem pela frente. A maioria das pessoas vive no passado e ficam infelizes ou deprimidas.

5- Pense em dinheiro de forma lógica
As pessoas normalmente caem na armadilha de pensar sobre dinheiro emocionalmente, apenas querendo se aposentar confortavelmente. No entanto, as pessoas ricas mantêm uma relação lógica com o dinheiro, vendo-o como uma ferramenta que representa opções e oportunidades.

6- Siga a sua paixão
Oprah Winfrey disse que você tem que seguir a sua paixão e fazer o que você ama. As pessoas ricas encontram uma maneira de serem pagas para fazer algo que amam. A maioria das pessoas ganha dinheiro fazendo coisas das quais não gostam.

7- Sonhe alto
As pessoas definem expectativas baixas para evitar decepções, já quem é rico cria expectativas enormes e segue seus sonhos.

8- É preciso ser alguém
A maioria das pessoas acredita que você tem de fazer alguma coisa para ser rico e focar em resultados imediatos. Pessoas ricas se concentram em melhorar continuamente a si mesmas e aprendem com sucessos e fracassos.

9- O dinheiro dos outros é bem-vindo
As pessoas acreditam que precisam de seu próprio dinheiro para fazer dinheiro, enquanto as pessoas ricas não vêem nenhum problema em usar o dinheiro de outras pessoas.

10- Viva conforme seus meios
Os ricos adotam a atitude de viver de acordo com seus meios; enquanto parte das pessoas vive acima das suas possibilidades.

11- Ensine seus filhos como serem ricos
A maioria das pessoas ensina a seus filhos como sobreviver, enquanto os ricos ensinam seus filhos desde cedo sobre o mundo dos ricos e pobres.

12- Não deixo o dinheiro te estressar
Os ricos encontram paz de espírito na riqueza e não têm medo de admitir que o dinheiro pode resolver a maioria dos problemas, o que lhes permite ganhar mais dinheiro. Já a maioria das pessoas vê o dinheiro como uma batalha e um mal necessário que eles têm de suportar.

13- Educação ou entretenimento? Eles ficam com o primeiro
As pessoas fazem o oposto, elas lêem romances, tablóides e entretenimento em vez de continuar se educando depois da escola.

14- Os ricos se cercam de pessoas que pensam como eles
As pessoas ricas convivem com pessoas que têm as mesmas ideias e condenam atitudes de tristeza e melancolia, o que aumenta a fama de esnobes.

15- Concentre-se em ganhar
As pessoas se concentram em poupar e perdem grandes oportunidades tentando viver frugalmente. Já as pessoas ricas constantemente focam em grandes quadros e em como ganhar grandes quantias.
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Afinal, foi a Copa que derrubou a economia?

Nos últimos quatro anos, o governo se esforçou em convencer os brasileiros que a Copa do Mundo ajudaria a impulsionar a economia, criando empregos, multiplicando os investimentos e atraindo um grande contingente de turistas para o país.

Repley Simples Finanças

Ruth Costas da BBC Brasil 
"O Mundial é uma oportunidade histórica para promovermos desenvolvimento socioeconômico no âmbito local e nacional", disse, por exemplo, Joel Benin, assessor para Grandes Eventos do Ministério dos Esportes, no início do ano. "Ele gerará 3,6 milhões de empregos, movimentará bilhões e deixará um legado importante na área econômica."

A divulgação dos resultados para o PIB confirmou que, como os analistas esperavam, o Brasil entrou em "recessão técnica" no primeiro semestre de 2014 - situação caracterizada por dois trimestres seguidos de crescimento negativo.Passado o evento, porém, consultorias econômicas, como a Tendências e a Capital Economics, fizeram seus cálculos e concluíram que o seu efeito geral sobre o PIB foi nulo ou insignificante. Mas poucas esperavam um impacto negativo.
Segundo dados do IBGE, o PIB do último trimestre recuou -0,6% na comparação com o trimestre anterior e -0,9% em relação ao mesmo período do ano passado.
Também houve uma revisão para baixo do resultado do primeiro trimestre, de um crescimento de 0,2% para uma queda de 0,2%.
Entre os fatores que puxaram o PIB para baixo estão a queda de 5,4% nos investimentos neste trimestre e a redução de 1,5% na produção da indústria. Também houve uma queda de 0,5% nos serviços e 0,7% nos gastos do governo.
Nesta sexta-feira, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, voltou a culpar a Copa do Mundo – e redução de dias úteis por causa do torneio – pelo baixo desempenho da economia. Mantega também citou o cenário internacional adverso e a seca como motivos para a redução do PIB no 2º trimestre.
Ele, entretanto, negou que o Brasil tenha entrada em recessão.
"Não dá para dizer [que o país esteja em recessão] (...) Não se deve falar em recessão no Brasil pois, para mim, recessão é quando se tem uma parada prolongada, de vários meses. Aqui estamos falando de um, no máximo dois [trimestres]. E recessão é quando se tem desemprego. O emprego continua crescendo e a massa salarial também. Não dá para dizer que a economia está parada. O mercado consumidor não está encolhendo", afirmou Mantega.
Mantega também atribuiu a desaceleração da atividade econômica ao aumento dos juros pelo Banco Central.
Mas a Copa foi a culpada pela queda do PIB no período? Se há consenso de que temos um problema no que diz respeito ao crescimento, o diagnóstico de suas causas está longe de ser uma unanimidade.
Além do Mundial, o governo também culpa o cenário externo desfavorável pela recessão.
Para analistas consultados pela BBC Brasil, as causas do desaquecimento são internas e a Copa até pode ter contribuído um pouco para a queda do PIB no primeiro trimestre ao paralisar alguns setores do comércio e serviços e ajudar a frear a indústria, mas definitivamente não está entre as principais causas da recessão.

'Cereja'

"O Mundial foi apenas a cereja do bolo", diz Alessandra Ribeiro, da Consultoria Tendências. 
"A indústria, por exemplo, já vinha reduzindo suas atividades em função de uma série de fatores ligados a más políticas, queda no consumo, expectativas negativas e problemas de competitividade. Quando começaram os jogos seu ritmo caiu de vez, mas o cenário não seria muito mais favorável sem o Mundial."
O economista Cláudio Considera, responsável pelo Monitor do PIB do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (IBRE/FGV) e Neil Shearing, da consultoria Capital Economics concordam.
"O impacto da Copa na economia como um todo – seja ele positivo ou negativo – deve ter sido pequeno.", diz Shearing. "É preciso lembrar que o torneio só ocorreu no final do segundo trimestre – e em abril e maio a performance da economia também foi fraca."
Para os analistas, há pelo menos três razões por trás do desaquecimento.
A principal delas seria o cenário de incertezas das eleições, que teria inibido ainda mais os investimentos em um momento em que eles já estavam fracos.
"O Brasil não está crescendo porque não está investindo", diz Considera.
"E nesse segundo trimestre houve uma queda ainda maior no nível dos investimentos em função das incertezas provocadas pelas eleições: os empresários tendem a não se arriscar e estão esperando para ver quais rumos a política econômica deve tomar."
Ribeiro, da Tendências, concorda.
"Há um descontentamento entre investidores e empresários sobre a política econômica do atual governo, uma percepção de que ela está desequilibrada", diz ela.
Entre os alvos das reclamações nessa área estariam o uso de artifícios como a represa de preços administrados para controlar a inflação, a suposta falta de controle sobre os gastos do Estado, e o que é visto pelos empresários como um excesso de intervencionismo estatal na economia.
"Na dúvida, os empresários estão esperando para investir. Querem ver que governo sairá das urnas antes de tomar qualquer decisão", opina Ribeiro.

Indústria

Uma segundo causa do desaquecimento seriam problemas experimentados pela indústria, que teriam derrubado sua competitividade.
A economista da Tendências cita, por exemplo, o fato de o custo médio dos salários ter aumentado 12,7% desde 2011, enquanto a produtividade do trabalho na indústria cresceu pouco mais de 2,6%.
"Com o tempo isso ajudou a minar sua capacidade de competir com importados e no exterior. Além disso, a indústria automobilística em especial está sendo prejudicada pela queda das exportações para a Argentina", diz.
Shearing menciona como um terceiro fator para o desaquecimento a queda geral dos níveis de consumo, que sustentaram o crescimento nos últimos anos.
"Esse é um dado recente: o consumo começou a cair, talvez em resposta ao aumento dos juros, após um período de boom no crédito e aumento no endividamento das famílias", afirma.
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Focus não vê novas altas da Selic em 2014

Na semana passada, a mediana das expectativas apontava para uma variação de 11,75% ao ano para os juros e agora voltou para 12%

Célia Froufe, do 

Os economistas consultados pelo Banco Central na pesquisa Focus voltaram a elevar suas previsões para a taxa Selic no final do ano que vem. Na semana passada, a mediana das expectativas apontava para uma variação de 11,75% ao ano para os juros e agora voltou para 12,00%, mesma taxa vista um mês antes.
De acordo com o boletim Focus divulgado nesta segunda-feira, 25, não houve alteração na mediana da projeção para a Selic no fim de 2014, que segue em 11,00% ao ano há 12 semanas. Vale destacar que este é o nível atual da taxa básica de juros da economia brasileira.
O próximo encontro do Comitê de Política Monetária (Copom) para definir o rumo dos juros será nos dias 02 e 03 de setembro. A previsão para a Selic média em 2014 também segue há 12 semanas em 10,91% ao ano. Para 2015, porém, subiu de 11,67% ao ano para 11,69% ao ano - um mês antes essa taxa estava em 11,81% ao ano.
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BC reduz projeção de crescimento da economia este ano, com expectativa de resultado melhor em 2013


Agência Brasil
O Banco Central (BC) reduziu a estimativa para o crescimento da economia este ano. A projeção para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB), soma de todos os bens e serviços produzidos no país, passou de 1,6% para 1%. A informação consta do Relatório de Inflação, divulgado hoje (20) pelo BC.
Em setembro, a projeção para o crescimento da economia em 2012 já tinha sido revisada de 2,5% para 1,6%. Em junho, havia passado de 3,5% para 2,5%.
Com a economia em ritmo mais lento do que o esperado, o governo tem adotado uma série de medidas para estimular a atividade. Entre elas, há ações para incentivar o consumo e ao investimento. Além disso, o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC reduziu a taxa básica de juros, a Selic, de agosto de 2011 até outubro deste ano. Em novembro, o comitê optou por manter a Selic em 7,25% ao ano.
A projeção para o crescimento do PIB no período de quatro trimestres encerrado em setembro de 2013 é 3,3%, 2,4 ponto percentual superior ao resultado registrado, no mesmo tipo de comparação, no terceiro trimestre deste ano.
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Na última reunião do ano, Copom deve manter Selic em 7,25%

Agência Brasil

O Comitê de Política Monetária (Copom) inicia hoje (27) à tarde a última reunião do ano do colegiado de diretores do Banco Central (BC) para avaliar o desempenho dos principais indicadores macroeconômicos nos últimos 45 dias, no Brasil e no exterior. A avaliação pode determinar uma correção de rumo na taxa básica de juros (Selic).

A reunião do Copom ocorre em duas etapas, terça e quarta-feira, e ao fim da segunda etapa, depois do fechamento dos mercados, o BC emite nota sobre a decisão do colegiado. A informação sobre eventuais alterações na taxa Selic é aguardada com expectativa. O índice sofreu dez reduções seguidas de agosto do ano passado - quando estava em 12,5% ao ano - para cá.

Atualmente, com a taxa em 7,25% – o nível mais baixo da história do Copom, criado em junho de 1996 – a expectativa dos analistas financeiros é que o BC interromperá o processo de redução da Selic. Na semana passada, o presidente do BC, Alexandre Tombini, deu sinais nesse sentido.

Segundo ele, o Copom entendeu que “é preciso manter as condições monetárias estáveis por período suficientemente longo”. Com isso, os analistas que há seis semanas apostam na manutenção da Selic no patamar atual, em curto e médio prazo, acreditam que a taxa deve permanecer em 7,25% durante todo o ano de 2013.
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Bancos esperam que crescimento econômico aumente o ritmo em 2013

Agência Brasil

Os bancos esperam que a economia brasileira aumente o ritmo de crescimento em 2013, apontou pesquisa divulgada ontem (25) pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban). De acordo com o levantamento, que ouviu analistas de 31 instituições financeiras, a expectativa é que o Produto Interno Bruto (PIB) cresça 1,5% este ano e 3,9% em 2013.

“A recuperação esperada em 2013 é generalizada, mas com destaque para o setor industrial, impactado pelos efeitos das ações recentemente implementadas”, destaca o relatório da federação sobre os dados da pesquisa.

O documento ressalta ainda uma previsão de queda da inadimplência e de expansão do crédito, como consequência das medidas de estímulo que vem sendo adotadas pelo governo. Para o mercado geral de crédito, a expectativa é um crescimento de 16,1% este ano, com destaque para os empréstimos direcionados que devem aumentar 19%.

Para a inflação, a Febraban prevê que o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) feche o ano em 5,4%, mesmo percentual estimado para 2013. Na área cambial, é esperada a manutenção da taxa de câmbio no patamar de R$ 2.
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Infraestrutura logística é desafio para crescimento das exportações, diz AEB

Agência Brasil

A recuperação da Europa ante a crise internacional e a manutenção do crescimento econômico na China são dois elementos, na área externa, que o presidente em exercício da Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB), José Augusto de Castro, considera essenciais para a evolução do comércio exterior brasileiro. No campo interno, os principais desafios envolvem a questão da infraestrutura logística e a realização das reformas tributária, previdenciária e trabalhista.

A AEB promove hoje (27) e amanhã no Píer Mauá, no Rio de Janeiro, o 40º Encontro Nacional de Comércio Exterior (Enaex 2012). Empresários e representantes do governo vão debater propostas para um comércio exterior sustentável.

Em entrevista à Agência Brasil, Castro disse que o fato de as exportações dependerem em cerca de 70% de commodities (produtos agrícolas e minerais comercializados no mercado exterior) faz com que elas “flutuem ao sabor do bom humor econômico do mercado internacional, mais especificamente da China”. Por isso, acrescentou, enquanto a China e a Europa mantiverem o bom humor, o cenário será favorável ao Brasil. “O que não pode é o bom humor mudar de repente para mau humor, principalmente a China, que é a grande compradora e influencia os mercados como um todo”. Segundo Castro, se esse cenário perdurar, o comércio externo do Brasil deve apresentar bons resultados, “numericamente”.

Ele defendeu a necessidade de que o quadro da China seja acompanhado porque, mês a mês, a economia chinesa tem registrado redução no crescimento. “E para o Brasil, o crescimento da China é fundamental”. Os Estados Unidos, embora sejam um mercado muito grande, são, na verdade, concorrentes do Brasil, na medida em que exportam soja, milho, carnes, açúcar, produtos também vendidos pelo nosso país. “Para nós, é muito importante que a Europa consiga se recuperar e a China mantenha o ritmo que tem hoje”.

O debate sobre o futuro do comércio exterior brasileiro resultou em mais de 3,2 mil participantes inscritos para o Enaex 2012. “O brasileiro está buscando informações. Está ansioso para ver o que vai acontecer este ano e nos próximos, principalmente”. Segundo Castro, o comércio exterior afeta a todos, direta ou indiretamente, englobando empresas de todos os tamanhos. “Eu sempre digo que comércio exterior hoje não é uma opção. É decisão estratégica de uma empresa. No mundo globalizado, se eu não for ao exterior combater o concorrente, ele virá. Então, tenho que estar sempre preparado para enfrentá-lo, aqui ou lá fora”.

Castro advertiu que no ambiente interno começou a acender uma luz de maneira mais forte. “A decisão [do governo federal] de investir R$ 133 bilhões em logística é ótimo passo. A criação da Empresa de Planejamento e Logística (EPL) é um grande avanço. Só o fato de passar a pensar o problema já é um caminho”.

Ele disse que aguarda medidas na área de infraestrutura portuária, que também representarão um avanço. “Porque todos nós sabemos que um dos grandes gargalos do Brasil é a infraestrutura portuária”. Castro avaliou que concessões ao setor privado nessa área aumentariam a concorrência e provocariam redução de custos. “É exatamente o que precisamos para tornar os produtos manufaturados mais competitivos”.

O presidente em exercício da AEB destacou que essas medidas mostram que é possível o Brasil fazer o dever de casa e gerar competitividade interna. “Existem fatores hoje que nos levam a ter esperança. E ela está se tornando mais clara”. Ele estimou que as exportações levarão o comércio exterior brasileiro a ter um superávit entre US$ 12 bilhões e US$ 14 bilhões este ano, em razão da queda observada nas importações. Para as exportações, o resultado esperado é US$ 237 bilhões.
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Itaú Unibanco anuncia investimento de R$ 10,4 bi em tecnologia até 2015

Dentro do pacote de investimentos está a construção de um novo centro de tecnologia em Mogi Mirim, que vai concentrar as transações bancárias do grupo


Estadão.com

O Itaú Unibanco anunciou nesta terça-feira (25) um investimento de R$ 10,4 bilhões, até 2015, nas áreas de tecnologia, inovação e atendimento. Dentro deste investimento está um novo data center (centro de dados) em Mogi Mirim (SP), com custo estimado de R$ 2,3 bilhões.

"É um programa grande, macroeconomicamente relevante", disse o presidente executivo do Itaú Unibanco, Roberto Setubal. Ele destacou que o investimento em tecnologia vai dar mais eficiência, segurança e agilidade ao banco. De acordo com Setubal, o Itaú vem triplicando os investimentos em tecnologia.
A previsão é que a primeira etapa das obras do novo centro tecnológico fique pronta em 2014. O centro terá capacidade de processar 24 mil transações bancárias por segundo. Hoje, na média, o banco faz cerca de 2 mil transações por segundo, disse Alexandre Barros, vice-presidente de tecnologia do Itaú. O banco prevê uma economia de 40% com energia elétrica com seu novo data center. A unidade terá equipamentos mais modernos, que consomem menos energia.

Na verdade, serão construídos em Mogi Mirim dois data centers - um servirá de reserva e será ativado se houver qualquer problema no outro. Segundo Setubal, o atual data center do banco, que fica em São Paulo, é do início dos anos 80. O novo centro tecnológico, que ficará em uma área equivalente a 120 campos de futebol, também deve durar em torno de 30 anos.
Além do novo centro da dados, o Itaú Unibanco pretende destinar R$ 2,7 bilhões para a renovação da infraestrutura de telecomunicações, R$ 800 milhões para aquisição de softwares e R$ 4,6 bilhões em desenvolvimento de sistemas (que inclui autoatendimento, call center e banco pela internet).

Redecard
O anúncio do investimento bilionário em tecnologia veio apenas um dia depois de o banco ter concluído uma operação de R$ 10,46 bilhões para fechar o capital da empresa de meios de pagamento Redecard. Após a oferta pública para compra das ações, o Itaú passou a deter mais de 90% da empresa.
Segundo Setubal, a Redecard vai continuar existindo como empresa separada do Itaú Unibanco. Mas o banco pretende ter integração maior com a Redecard, para oferecer mais serviços aos clientes da credenciadora, incluindo os bancos que trabalham com a empresa. Os dados contábeis da empresa serão consolidados no balanço do Itaú.
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Proposta de 7,5% de aumento agrada bancários que sinalizam fim da greve

Os trabalhadores irão votar a oferta em assembleias no País entre quarta-feira e quinta-feira, mas a indicação feita pelos sindicalistas é de aprovação da proposta


Estadão.com

O comando de greve dos bancários vai recomendar que as assembleias que serão realizadas a partir desta quarta-feira votem pelo fim da greve da categoria. Nesta terça-feira, a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) fez uma nova proposta, de reajuste de 7,5% nos salários, com aumento real de 2%.
Segundo a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), a greve deve prosseguir hoje - será o nono dia de paralisação -, e a recomendação pelo fim da greve ainda será votada pelas assembleias dos 137 sindicatos representados pela entidade.

"Quem vai decidir são os trabalhadores em assembleias. Pode ser que amanhã a greve já acabe em alguma cidades e em outras quinta ou sexta. Depende das assembleias que serão marcadas pelos sindicatos", afirmou Carlos Cordeiro, presidente da Contraf-CUT.
A proposta aprovada nesta terça-feira pelo comando nacional também prevê o aumento de 8,5% tanto no piso salarial da categoria como no valor dos tíquetes de vale-alimentação e vale-refeição.
Pelo acordo, o vale-alimentação passa de R$ 339,08 para R$ 367,92. O vale-refeição vai de R$ 19,78 para R$ 21,46 por dia. O piso do caixa sobe de R$ 1.900 para R$ 2.056,89. O aumento proposto pela Fenaban para a parte fixa da participação nos lucros e resultados (PLR) e para o teto do adicional foi de 10% (aumento real de 4,37%). A PLR adicional é de 2% do lucro líquido distribuído de forma linear.

"Nesses dias de greve conseguimos romper com o silêncio dos bancos. No ano passado, tivemos um ganho real de 1,5% com uma greve de 21 dias. Este ano tivemos um movimento mais forte e com menos dias conseguimos um aumento real de 2%", afirmou Cordeiro. "Tivemos avanços também na questão da segurança bancária, vamos discutir um projeto piloto em conjunto com a Fenaban sobre o assunto. Temos avanços na saúde, na questão da igualdade de oportunidades."
No início da negociação, os sindicatos pediram uma reajuste de 10,25% (aumento real de 5%), enquanto os banqueiros ofereciam um aumento de 6% (aumento real de 0,58%).
Nesta terça-feira, no oitavo dia de paralisação, 9.551 das 21.714 agências do País ficaram fechadas. A greve dos bancários teve início em 18 setembro e foi decidida no dia 13 de setembro.
Em São Paulo, maior centro financeiro do País, segundo o último balanço do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região, a paralisação teve a adesão de 35 mil bancários na segunda-feira. A base do sindicato tem 138 mil trabalhadores.
"A nossa avaliação é de que tivemos avanços nos principais pontos da reivindicação e o aumento real de 2% é próximo ao de outras categorias neste ano", afirmou Juvandia Moreira, presidente do sindicato.
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Caixa reduz juros do Construcard e lança cartão para financiamento de móveis e eletrodomésticos

Agência Brasil
 
A Caixa Econômica Federal anunciou ontem (25) novas condições para o Construcard, cartão destinado à aquisição de materiais de construção. As regras são válidas para clientes com renda individual mensal de até R$ 1,6 mil.
 

De acordo com a Caixa, após recentes modificações feitas no cartão, que teve prazo ampliado de 60 para 96 meses e taxas de juros reduzidas, o banco cria agora nova faixa de financiamento para o produto.

As novas condições permitem juros de 0,9% ao mês mais Taxa Referencial (TR) e prazo de até 72 meses para pagar, atendendo à parcela da população com menor renda. A taxa de juros passa a valer a partir de 1º de outubro.

Para usar o cartão, é preciso ir a uma loja credenciada. De acordo com a Caixa, atualmente são mais 65 mil estabelecimentos. Nos últimos cinco anos, o Construcard atendeu a cerca de 1,2 milhão de famílias, financiando um total de R$ 15 bilhões.

Para ter acesso ao cartão Construcard é preciso apresentar documentos pessoais (RG, CPF, comprovante de endereço e de renda) em uma agência do banco, solicitando uma avaliação cadastral.

O valor máximo do financiamento depende da capacidade de pagamento mensal do cliente, que tem até seis meses para utilizar o limite e começar a amortizar o crédito.

O Construcard é utilizado por meio de cartão magnético exclusivo para a aquisição de material de construção e móveis embutidos, nas lojas credenciadas.

Hoje, a Caixa também anunciou a criação do Moveiscard, cartão para financiamento de móveis, eletrodomésticos e eletroeletrônicos. O novo cartão será comercializado a partir do dia 1º de outubro. A expectativa é que o Moveiscard atenda a 1,6 milhão de famílias até o final de 2013.

Com o cartão podem ser financiados até 100% do bem, com prazo de até 60 meses, sendo dois meses de utilização e 58 meses de amortização, com taxas de juros que variam de 0,9% a 1,8% ao mês.

A menor taxa é destinada aos clientes do Programa Minha Casa, Minha Vida – Faixa 1, com renda familiar de até R$1,6 mil. Nesse caso, o percentual é 0,9% ao mês. No caso de renda acima desse valor até R$ 3,2 mil, a taxa fica em 1,4%. Para a faixa 2, com renda de R$ 3.100,01 a R$ 5 mil, juros de 1,5% ao mês. E para os demais clientes do banco 1,8% ao mês.

Para ter acesso ao Moveiscard, o interessado deve se dirigir a uma agência da Caixa e apresentar documento de identidade, CPF, comprovante de renda e endereço. A utilização dos recursos será feita por meio de um cartão e o pagamento das prestações em débito em conta.
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Banco Central e Polícia Federal renovam acordo de combate à falsificação de dinheiro

Agência Brasil

O Banco Central renovou acordo de cooperação técnica e de informações com a Polícia Federal (PF) para combater a falsificação de moedas e sua circulação, informou ontem (25) a autoridade monetária.

Em nota divulgada pela internet, o BC ressalta que o benefício mais relevante do acordo, que existe desde 2006, é orientar e disciplinar procedimentos a serem adotados em caso da condução de uma investigação policial.

Depois do acordo, o BC passou a calcular o indicador de cédulas falsas por milhão em circulação (PPM). Em 2006, o índice era 162 falsificações por milhão, tendo caído para 84 no ano passado. A título de comparação, nos países da Comunidade Europeia, esse indicador é 70 PPM. Já na Inglaterra, fora da zona do euro, o índice sobe para 120 PPM.
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Bradesco reduz juros do cartão de crédito

Sob pressão do governo, bancos de varejo vêm cortando taxas de juros do cartão de crédito desde agosto


Estadão.com

Sob pressão do governo, os maiores bancos de varejo do País reduzem os juros do cartão de crédito. Nesta segunda-feira, foi a vez do Bradesco, que cortou em cerca de 50% as taxas das compras parceladas e do rotativo. No início de setembro, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal anunciaram medidas semelhantes. Em agosto, o Itaú criou uma nova modalidade de cartão, na qual o juro máximo caiu à metade.

Apesar do movimento, as taxas permanecem elevadas se comparadas a outras modalidades de financiamento e mesmo ao juro básico da economia (Selic). No Bradesco, por exemplo, o juro máximo do rotativo caiu para 6,9% ao mês, de 14,9% antes. Nas compras parceladas, o recuo foi de 8,9% para 4,9% ao mês. Em termos anuais, o rotativo custa, no pior cenário, 122%. Nas compras parceladas, o juro máximo alcança 77,5% ao ano.
Segundo a instituição, os juros ficaram desta forma:



De acordo com dados do Banco Central (BC), em agosto a taxa média de juros para as pessoas físicas estava em 36,2% ao ano. A taxa Selic está em 7,5% ao ano.
O diretor executivo do Bradesco, Marcelo Noronha, disse que a diferença entre as taxas decorre do nível de inadimplência do cartão de crédito. "Entre os clientes que entram no rotativo, a inadimplência alcança 28%", afirmou. A inadimplência total na modalidade, observou ele, é de 8,3%, segundo o BC.
"Precisamos estimular esse meio de pagamento e de financiamento para que não tenha a imagem maculada por taxas históricas de dois dígitos. Os bancos têm de fazer sua parte, dar sua contribuição", disse Noronha.
O elevado custo das operações no cartão de crédito está na mira do governo. Em recente entrevista ao Estado, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, chamou de "escorchantes" os juros da modalidade. Por isso, representantes do setor privado estão discutindo com o governo uma agenda que abra caminho para uma redução consistente dos juros. Uma das propostas em análise é o fim do parcelamento sem juros no cartão.
Na avaliação de pelo menos uma das grandes instituições financeiras do País, o parcelado distorce os juros da modalidade. O argumento é de que os inadimplentes acabam financiando os clientes que dividem a compra em várias parcelas sem juros. Para a conta fechar, a taxa do rotativo tem de ser altíssima.
Mas nem todos os bancos concordam. "Não queremos tirar opções do cliente", disse Noronha, do Bradesco. "Apenas concordamos com a ideia de que não se pode ter exagero." Para ele, compras acima de 12 parcelas sem juros se encaixam nessa definição.
Nos últimos cinco anos, a base de cartões de crédito no Brasil praticamente dobrou: em junho de 2012, eram 183,5 milhões, ante 92,4 milhões em junho de 2007.
Santander, Caixa, Itaú e BB informaram que continuam analisando o mercado de crédito para definir se vão reduzir os juros dos cartões.
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Pernambuco faz a festa na premiação do Festival de Cinema de Brasília

Agência Brasil

A dobradinha pernambucana formada pelos diretores Marcelo Gomes e Marcelo Lordello dividiu, na noite de ontem (24), o principal prêmio das mostras competitivas do 45º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro. Pela categoria de melhor longa-metragem de ficção, os cineastas receberam R$ 250 mil.

Com a trama Era Uma Vez Eu, Verônica, Marcelo Gomes apresentou o universo particular de uma médica recém-formada que vive uma crise existencial, revelando questionamentos universais sobre a profissão, as relações afetivas e o cotidiano em uma cidade grande, Recife, capital de Pernambuco.

Para Gomes, o empate na disputa pelo melhor longa-metragem reforça a força do cinema pernambucano e os ingredientes que têm possibilitado os destaques que essas produções conquistaram. “É prova de que o cinema pernambucano está se renovando, acho que tem uma garra muito grande e o desejo de fazer cinema, uma vontade de refletir sobre o que é viver fora do eixo Rio-São Paulo. O Brasil não é uma Via Dutra. É mais do que isso”, avaliou.

Ambicioso, Marcelo Gomes, que elenca a garra e o diálogo entre os cineastas pernambucanos e a lei de fomento estadual como ingredientes do sucesso, acrescentou que os diretores e produtores entram, a partir de agora, em nova fase.

“Temos que atingir as salas do Brasil todo. Esse é o grande desafio. Acho que tantos os distribuidores quanto os exibidores têm de acreditar no nosso cinema e o governo fomentar a ida às salas de exibição no Brasil inteiro. A gente precisa formar plateias porque o nosso cinema é o espelho da nossa cultura, nossa identidade. Este país só vai reconhecer sua cultura fortemente quando tiver um cinema forte e que combata o Batman. Espero que Verônica tire o Batman de cartaz”, disse, aos risos.

O filme de Marcelo Gomes também foi vencedor do prêmio de júri popular, como melhor longa-metragem de ficção, e recebeu as premiações oficiais de melhor roteiro, melhor fotografia, melhor trilha sonora e melhor ator coadjuvante pela atuação de W.J. Solha. Era Uma Vez Eu, Verônica também foi vencedor do Prêmio Vagalume, de cinema para cegos.

O prêmio oficial de melhor longa-metragem de ficção, compartilhado com o diretor Marcelo Lordello que dirigiu Eles Voltam, reforçou a renovação do cinema pernambucano. Lordello apresentou um filme que retrata problemas sociais cotidianos ao longo da história de uma menina de 12 anos, vivida pela atriz Maria Luiza Tavares, e seu irmão mais velho, que vivem experiências e aventuras no retorno para casa, depois de serem deixados na estrada por seus pais, durante uma viagem em família.

Lordello comemorou a vitória com a certeza de ter conseguido registrar o alerta para questões sociais que o filme aborda, como as desigualdades presentes no país. “Acho que estamos mandando o recado. É meu primeiro longa e vamos continuar a fazer cinema que quer tocar as pessoas e seguir arriscando”.

Pouco antes de correr para abraçar o filho que esperava ansioso pela comemoração, o diretor acrescentou que a divisão da premiação com outro pernambucano revela a força do setor no estado. “Estamos falando de uma edição do festival que teve vários filmes pernambucanos premiados. Isso é prova de que foi ótimo”.

Eles Voltam também foi vencedor do prêmio da crítica, como melhor longa-metragem geral. As atrizes Elayne de Moura e Maria Luiza Tavares receberam o prêmio de melhor atriz coadjuvante e melhor atriz.
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Participação de estrangeiros na dívida interna bate recorde em agosto

Agência Brasil

A participação dos estrangeiros na dívida interna bateu recorde em agosto. Segundo dados divulgados ontem (24) pelo Tesouro Nacional, a fatia da dívida mobiliária – em títulos – interna nas mãos de não residentes subiu para 13,34% (R$ 237,39 bilhões) em agosto, contra 13,22% (R$ 236,47 bilhões) registrados em julho.

De acordo com o coordenador-geral de Operações da Dívida Pública, Fernando Garrido, não apenas a entrada de capital está elevando a participação dos estrangeiros na dívida interna. “Os próprios rendimentos dos títulos, na medida em que são contabilizados, aumentam o saldo de não residentes na dívida”, explica.

Para Garrido, a manutenção do interesse de aplicadores estrangeiros nos títulos do governo brasileiro representa um sinal de confiança na economia do país. Uma alta participação de estrangeiros na dívida interna torna o país mais vulnerável a crises externas, mas o coordenador descarta riscos para o Brasil. “Esse percentual [em torno de 13%] é baixo em relação aos padrões internacionais”, declara.

Segundo o coordenador, a taxação das aplicações de estrangeiros também traz tranquilidade do governo. “O IOF [Imposto sobre Operações Financeiras] evita a entrada de capital de curto prazo, que sai do país no mês seguinte. Na prática, só os investidores de longo prazo aplicam no Brasil, porque o impacto do imposto sobre os rendimentos [dos títulos brasileiros] será diluído ao longo dos anos”, ressalta.

Desde 2008, o governo cobra IOF sobre aplicações de estrangeiros em renda fixa no país. A alíquota, inicialmente 1,5%, foi gradualmente elevada até chegar a 6% em 2010, percentual em vigor até hoje. Na avaliação de Garrido, o IOF evita a entrada de capital especulativo e estabiliza o fluxo de investimentos. “Os principais compradores estrangeiros de títulos da dívida interna são seguradoras e fundos de pensão, que investem no longo prazo”, diz.
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Vencimento de títulos corrigidos pela inflação faz Dívida Pública Federal cair R$ 10 bilhões em agosto

Agência Brasil

Um forte vencimento de títulos indexados à inflação fez a Dívida Pública Federal (DPF) apresentar leve queda em agosto e manter a distância da barreira de R$ 2 trilhões. Segundo números divulgados há pouco pelo Tesouro Nacional, o estoque da DPF encerrou o mês passado em R$ 1,867 trilhão, valor 0,51% menor que o montante de R$ 1,877 trilhão registrado no fim de julho.

A dívida pública mobiliária (em títulos) interna caiu 0,53%, passando de R$ 1,788 trilhão para R$ 1,779 trilhão. Isso ocorreu porque o Tesouro resgatou R$ 28,32 bilhões em títulos a mais do que emitiu. Esse resgate compensou a incorporação de R$ 18,79 bilhões em taxas de juros.

O reconhecimento de juros ocorre porque a correção que o Tesouro se compromete a pagar aos investidores (que emprestam dinheiro para que o governo possa rolar a dívida) é incorporada gradualmente ao valor devido. No caso de um investidor que comprou um título por R$ 100 com correção de 12% ao ano, ele receberá R$ 964 ao final de 20 anos. Essa diferença é incorporada mês a mês ao total da dívida pública.

A queda só não foi maior porque a dívida pública externa ficou praticamente estável em agosto. No mês passado, a dívida do governo brasileiro no exterior totalizou R$ 88,43 bilhões, valor apenas 0,02% maior que os R$ 88,43 bilhões registrados em julho. De acordo com o Tesouro, a queda de 0,62% do dólar no mês passado contribuiu para essa estabilidade.

Como os vencimentos no mês passado se concentraram em títulos corrigidos pela inflação, a participação desses papéis na dívida interna caiu de 36,71% em julho para 35,01% em agosto. Em agosto, venceram R$ 46,8 bilhões em títulos atrelados a índices de preços. Os papéis prefixados (com juros definidos antecipadamente), no entanto, respondem pela maior parte do endividamento do Tesouro. A fatia desses títulos na dívida interna passou de 36,89% em julho para 38,47% no mês passado.

A fatia dos títulos vinculados a taxas flutuantes, como a Selic (taxa de juros básicos da economia), aumentou de 24,54% para 25,23%. Influenciada pela queda do dólar, a parcela da dívida interna vinculada ao câmbio caiu de 1,86% para 1,29%. Esses números levam em conta as operações de swap pelo Banco Central (BC), que equivalem a operações de compra ou venda de dólar no mercado futuro e têm impacto na dívida pública.

Com taxas definidas com antecedência, os títulos prefixados são preferíveis para o Tesouro Nacional porque dão maior previsibilidade à administração da dívida pública. Em contrapartida, os papéis vinculados à Selic representam mais risco porque pressionam a dívida para cima, em ciclos de alta dos juros básicos.

Como os títulos que venceram eram, em grande parte, de curto prazo, o prazo médio da DPF melhorou significativamente, aumentando de 3,99 anos em julho para 4,05 anos em agosto. O Tesouro Nacional não divulga o resultado em meses, apenas em anos. Essa queda se refletiu na redução da participação dos vencimentos nos próximos 12 meses, que caiu de 26,03% para 24,17%. Prazos mais longos são favoráveis para o Tesouro porque dão ao governo mais tempo para planejar e executar as operações de renegociação (rolagem) da dívida pública.

Por meio da dívida pública, o governo pega emprestados recursos dos investidores para honrar compromissos. Em troca, compromete-se a devolver os recursos com alguma correção, que pode ser definida com antecedência, no caso dos títulos prefixados, ou seguir a variação da taxa Selic, da inflação ou do câmbio.
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Ipojuca ganhará distrito industrial próximo a Camela

Polo ficará às margens da PE-60 e vai abrigar micro e pequenas empresas

Por: Amanda Souza da editoria de Economia 
Pernambuco cresce e Ipojuca acompanha o ritmo. A prova disso é que, no sábado, a Prefeitura do município lançou o Distrito Industrial José Múcio Monteiro, localizado às margens da PE-60 e distante 30 quilômetros do Complexo Industrial Portuário de Suape, no acesso do distrito de Camela. O espaço, de 120 hectares, visa abrigar micro e pequenas empresas, com atividades que estejam relacionadas ao Complexo de Suape. Quando em atividade, a expectativa é que os empreendimentos gerem entre 15 e 20 mil empregos diretos. O projeto foi lançado no último sábado, e contou com a presença de vários políticos e empresários.

O projeto, ao todo, inclui 49 lotes, que medem entre um e três hectares cada. “Existe uma demanda muito grande. O mercado está difícil para as micro e pequenas empresas por causa dos preços elevados dos terrenos. Pretendemos atrair indústrias que trabalhem fornecendo insumos para as cadeias de metalmecânica, naval e petroquímica, que são fortes em Suape”, afirmou a secretária de Planejamento e Desenvolvimento Econômico de Ipojuca, Simone Osias.

De acordo com o prefeito de Ipojuca, Pedro Serafim, o terreno foi adquirido há três anos, através da desapropriação de terras da Usina Salgado, ao custo de R$ 2 milhões. Hoje, segundo Serafim, os lotes chegam a valer mais de R$ 20 milhões. “Ipojuca é, atualmente, a locomotiva do Estado. Camela era o distrito da cidade com menos oportunidades e, vendo essa falta de equidade, resolvemos realizar esse investimento”, pontuou.

O pré-cadastramento dos interessados começou na ocasião, mas o processo licitatório ainda está em fase de estudos, devendo ser lançado até dezembro. A área contará com completa infraestrutura de água, energia elétrica, acessos, drenagem, saneamento básico e sistema de comunicação, além de espaços verdes. “Os lotes serão vendidos com a obrigatoriedade de que os projetos executivos sejam cumpridos”, completou Simone.

HOMENAGEM

José Múcio Monteiro, que empresta seu nome ao novo Distrito Industrial de Ipojuca, foi um importante empresário e usineiro pernambucano, tendo sido presidente da Companhia Geral de Melhoramentos em Pernambuco. José Múcio Monteiro faleceu em um acidente de avião em 1972.

Durante o lançamento do distrito, o prefeito Pedro Serafim prestou uma homenagem aos filhos de José Múcio que estavam presentes no evento: Ana Amélia Monteiro, Maria José Monteiro, Domingos José da Costa Azevedo Neto, Antônio José Monteiro e o ministro do Tribunal de Contas da União (TCU), José Múcio Monteiro Filho. A homenagem se estendeu a Maria Cristina Azevedo de Queiroz Monteiro, viúva de José Múcio, e a também filha Maria Consuelo Monteiro, que não puderam participar do lançamento.

“Para a nossa família, essa homenagem é importantíssima. José Múcio Monteiro, meu pai, foi um grande homem, que trabalhou por esta cidade durante toda a sua vida. Esta também é uma conquista para Ipojuca, por ser mais um polo industrial que se lança em Pernambuco”, afirmou o ministro José Múcio Monteiro Filho.

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Brasil se prepara para tomar liderança dos Estados Unidos em soja

Agência Brasil

Com o início das chuvas, produtores brasileiros de soja começam o plantio da safra 2012/2013: o Brasil deve tomar a liderança dos Estados Unidos como o principal produtor mundial do produto. Em Mato Grosso, maior estado produtor do cereal, o plantio já começou em alguns municípios, com mais de uma semana de antecipação em relação à safra anterior.

Segundo o meteorologista do Inmet Mozar Salvador, a previsão para os próximos dias é a de chuvas mais intensas nas regiões Nordeste e Sudeste. No Centro-Oeste, as precipitações devem ser em menor intensidade. “Mesmo que, no início, seja em menor quantidade, a tendência é aumentar o plantio”, avaliou o especialista em relação às chuvas tão aguardadas pelos produtores. No Sul, onde a seca forte do início do ano conserva os efeitos até hoje, a previsão é de chuvas acima da média nos próximos três meses.

O presidente da Associação Brasileira dos Produtores de Soja (Aprosoja), Glauber Silveira, disse que a liderança deve ser conquistada, em grande parte, pela quebra de aproximadamente 20% da safra de soja americana. Além disso, a produção no Brasil deve crescer cerca de 14%, passando de 66,3 milhões de toneladas na safra 2011/2012 para 83 milhões de toneladas na que se inicia.

Além da possibilidade de conquistar a liderança mundial na produção de soja, os sojicultores brasileiros devem se beneficiar também da quebra da safra americana na rentabilidade de suas lavouras. Os preços do cereal estão em patamares recordes e, segundo o assessor da Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Sávio Pereira, eles se manterão para o próximo ano.

“Há uma quebra muito grande nos Estados Unidos e isso beneficia a produção e a expansão da área agrícola no Brasil. Os produtores brasileiros terão lucratividade garantida para a safra de 2013”, disse Pereira em nota.
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