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Você Conhece os três estágios de um orçamento familiar?

Receba nossa planilha financeira com essas dicas já programadas para fa
cilitar o controle do seu dinheiro. É só cadastrar seu e-mail aqui ao lado.


Por: Simples Finanças

Não importa onde você realiza o controle de suas finanças, o importante mesmo é você não deixar de fazer, aqui nós apresentamos os três estágios básicos de um orçamento familiar e algumas dicas pra você.

Verde = Resultado Mensal (A-B-C) R$ 860,00 Positivo
Sua receita é maior do que sua despesa.

O seu orçamento familiar está sob controle! Essa é uma boa oportunidade para começar a investir.

Amarelo = Resultado Mensal (A-B-C) R$ 0,00
Sua receita está na média de sua despesa.

Você precisa acompanhar mais de perto seu orçamento. Tome cuidado para não aumentar suas despesas e verifique como diminuir seus gastos.

Vermelho = Resultado Mensal (A-B-C) - R$0,00 Negativo
"Sua receita é menor do que sua despesa."
ATENÇÃO: você precisa começar a reduzir seus gastos. Reúna a família e veja como todos podem contribuir.

Desenvolvemos uma planilha dinâmica, com esses três estágios já programados, você só vai precisar incluir seus valores que os cálculos e dicas serão apresentados para você.

Se desejar receber nossa planilha, deixe seu email no comentário desse poste ou preencha o formulário aqui ao lado.
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Problemas com dinheiro? Conheça nossos serviços em Consultoria Financeira

Consultoria Financeira com foco em Finanças domésticas e Pessoais.

Por: Simples Finanças

O objetivo desta consultoria é proporcionar ao cliente os conhecimentos necessários para que até ao término da mesma ele seja capaz de planejar sua vida financeira, organizando seu próprio orçamento financeiro pessoal ou familiar. 


Público Alvo:

Quem está com dificuldade de controlar as finanças,
Quem deseja aprender a controlar melhor seus ganhos,
Endividados,
Compradores compulsivos,
Entre Outros.

Recomendado para todos que possuem alguma dificuldade em administrar                             seus ganhos e despesas ou que apenas desejam    melhorar o controle de suas finanças.

CRONOGRAMA
·        Avaliando Orçamento
·        Identificando os Vilões
·        Diminuindo Custos e Reduzindo Despesas
·        Eliminando Dívidas
·        Economizando Dinheiro
·        Fazendo Seu Dinheiro Render
·        Mantendo Bons Hábitos de Finanças Pessoais


Sobre o Consultor


Wellington A. Silva
Idealizador Simples Finanças
Administrador Empresas
Especialista em Finanças
Experiência setor Financeiro/Bancário
Graduando Contabilidade

Contato: Wellington.swa@outlook.com



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Falar sobre dinheiro é o melhor remédio

6 dicas de como abordar o assunto em casa para superar dívidas e realizar sonhos, sem destruir a relação
Maria fez um empréstimo para auxiliar os pais em um problema de saúde, mas não contou ao marido, com medo que ele não aprovasse a decisão.

Agora seu salário está comprometido até o próximo ano e toda vez que ele propõe uma viagem ou a troca de um eletrodoméstico, ela desconversa.
Depois de muita insistência, Carlos emprestou dinheiro de suas reservas para o filho mais novo investir em seu negócio próprio. Agora está enrolado em dívidas, mas não pode revelar o segredo ao outro filho, pois isso seria motivo de briga entre os irmãos.
Essas são duas situações reais – os nomes foram trocados para preservar a identidade dos envolvidos – que ilustram o quanto esse tema ainda é considerado um tabu em nossa sociedade, não só entre casais, mas nas famílias de modo geral. Dinheiro é um assunto quase proibido que paira no ar. Ninguém comenta sobre quanto ganha, como gasta ou para quê pretende poupar.
Só que, mesmo escondido, o tema provoca um impacto relevante na vida das pessoas: uma pesquisa recente feita no Reino Unido revelou que 56% dos casos de divórcio são causados por questões financeiras. Aqui no Brasil, apenas 3 entre 100 pessoas afirmam ser totalmente honestas com seus parceiros quando o assunto é dinheiro, segundo a Serasa Experian.
Com diálogo e acordo adequado, dívidas poderiam ser solucionadas, sonhos realizados e metas alcançadas. Mas nesse pacto de silêncio, os problemas se acumulam, as mágoas crescem, as pessoas se afastam e o resultado, quase sempre, é que quando o assunto vem à tona já é tarde para superar os desafios financeiros da família com calma e equilíbrio. Na hora do desespero, decisões são tomadas às pressas, brigas acontecem e todos saem perdendo.
Para evitar desfechos assim, vale a pena investir alguns minutos para conversar sobre dinheiro em família. Veja algumas dicas para tocar no assunto e manter a harmonia no lar:

  Escolha bem a hora

Não é boa ideia aproveitar o intervalo da novela, final do campeonato ou passeio no shopping para abrir o jogo sobre uma decisão que tomou, perguntar sobre os gastos do parceiro ou planejar a realização do próximo sonho em família. O assunto é sério e pede tranquilidade, por isso, escolha um momento em que todos os envolvidos estejam presentes, sem distrações ou preocupações extras. Se tiver filhos pequenos, peça a algum parente ou amigo para cuidar deles enquanto conversam.

  Crie uma rotina

Uma boa maneira de evitar que os problemas se acumulem é agendar um horário semanalmente para mostrar as contas, relembrar as prioridades, planejar os sonhos e corrigir as rotas quando necessário. Que tal uma reunião toda segunda-feira à noite? Reúna documentos, planilhas, aplicativos e chame todos para acompanhar, juntos, o controle financeiro da família. Use o Jimbo e as tabelas mês a mês para ajudar.

  Sonhe junto

Convide a família para sonhar. Separe uma cartolina e uma caneta piloto para essa conversa. Pergunte a cada um o que gostaria de realizar dentro de certo período (seis meses, um ano, cinco anos, etc.) e anote os sonhos na cartolina. Faça um esforço para encontrar sonhos, metas e interesses comuns. Depois, procure criar um consenso para colocar os sonhos em ordem de prioridade, definindo o que terá foco primeiro, o que virá depois e assim por diante. Calcule quanto cada sonho custará na ferramenta Simulador de Sonhos e monte um plano com a ajuda de todos. Quando a família toda se compromete, a realização ganha velocidade.

  Escute com atenção

Não adianta propor um diálogo se você não estiver aberto a ouvir as opiniões dos outros. Antes de criticar ou reprovar, faça um breve silêncio. Conte até três para processar o ponto de vista da outra pessoa, sem julgar. Depois, tente entender porque ela pensa diferente de você, como ela acha que tal ideia poderá contribuir com a família e quais são os motivos dela. Pergunte “Por que pensa assim? Como se sente sobre isso?” e ouça com atenção.

  Fale a partir de você

Não acuse, culpe ou responsabilize o outro. Apresente suas preocupações, receios e propostas a partir de você. Em vez de dizer “você não liga para nossas prioridades”, experimente “eu não entendo quando você age desta forma”. Evite apontar o dedo para a outra pessoa e abuse das expressões “eu sinto”, “eu me preocupo” ou “eu tenho receio”. Quando você fala a partir dos seus sentimentos, o outro não se sentirá acuado ou agredido e tentará se aproximar de você.

  Surgiu um imprevisto? Reunião de emergência!

Uma pessoa da família precisa de ajuda, o carro quebrou, alguém perdeu o emprego? No desespero, tomamos decisões sem pensar e, às vezes, bastaria compartilhar o problema com a pessoa mais próxima para evitar uma situação mais grave ainda. Por isso, antes de sair tomando decisões sozinho, reúna a família (pode ser até por Whattsapp), comunique o fato e peça a todos para dar ideias de como solucionar a situação. Depois, com calma, pesquise as alternativas, justifique a decisão escolhida e veja se há acordo sobre ela. Só então, parta para a ação, contando com o apoio de todos.
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Antes de levantar crédito, planeje-se!

Finanças Pessoais

Crédito é um produto como outro qualquer, sua contratação deve ser analisada da mesma forma com que você planeja a compra de um bem

De: InfoMoney

Poucas pessoas associam a palavra planejamento à tomada de crédito. Essa postura talvez reflita o fato de que são poucas as pessoas que vêem o crédito como ele é: um produto, como outro qualquer.

A maioria de nós se planeja antes de comprar uma geladeira, carro, ou qualquer outro bem, mas esquece de adotar o mesmo procedimento na hora de emprestar dinheiro. Mas, o que efetivamente envolve o planejamento da tomada de crédito?


O que você precisa?
Comece refletindo sobre o porquê da sua decisão de tomar dinheiro emprestado. O forte crescimento na concessão de crédito, que vem ocorrendo nos últimos anos, acaba incentivando as pessoas a usarem crédito para arcar com despesas correntes ou para a realização de sonhos de consumo.

Não há nada de errado em usar o crédito para realizar um sonho de consumo, mas antes de optar por esse caminho faça as seguintes perguntas: será que você realmente precisa disso agora? Não é possível esperar um pouco? Quanto você economizaria se planejasse a compra a vista?



Se depois de analisar esses pontos você ainda estiver convencido de que o crédito é a melhor saída, é hora de avaliar que tipo de linha de crédito você precisa, quanto você precisa tomar emprestado, e por quanto tempo você vai precisar desse dinheiro. Uma vez definido o tipo de linha de crédito que você precisa é hora de pesquisar os custos.

Que valor e por quanto tempo?
Se você não sabe ao certo o quanto vai precisar, faça as contas com cuidado, não vale a pena tomar um volume maior de crédito emprestado só por segurança. Lembre-se que isso tem um custo. Muitas vezes o consumidor, animado com o fato da taxa de juro ser mais baixa, acaba decidindo aumentar o volume do empréstimo, o que acaba pesando no seu bolso.

Definido o volume, é hora de refletir por quanto tempo, ou o prazo, durante o qual você vai precisar desse dinheiro. De certa forma, essa resposta está alinhada com o objetivo que você pretende dar ao dinheiro emprestado. Estamos falando de uma emergência financeira temporária: o seu salário atrasou, e você não tinha com o que pagar as contas? Você perdeu emprego e não conta com uma reserva de emergência? Optou por comprar financiado um determinado bem?

Com essas duas informações você já pode definir melhor o tipo de linha de crédito que precisa. Vale notar que, no caso das necessidades temporárias de dinheiro, pode valer mais a pena optar por uma linha de crédito rotativo, como o cartão ou o cheque especial, do que com uma linha de empréstimo pessoal com prazo mais longo.

Na ponta do lápis
É claro que aí é preciso ter uma noção realista do que é temporário, pois senão corre-se o risco de virar permanente e, nesse caso, o crédito rotativo não é a melhor opção. A tabela abaixo ilustra essa situação. Se temporária, financiar no cartão implica em gastos menores do que fazer um empréstimo pessoal.
Linha de créditoCartãoEmpréstimo
Valor emprestadoR$ 5.000,00R$ 5.000,00
Prazo2 meses12 meses
Taxa10% ao mês5,29% ao mês
Gasto com juroR$ 761,90R$ 1.880,69
Porém, se a situação temporária se alongar, e você financiar esse saldo no cartão por seis meses, então aí a situação já muda, e o gasto total com juros do cartão já supera o do empréstimo pessoal.

Atenção aos custos!
Aqui também é preciso atenção, pois os custos de um financiamento não terminam com os juros, é preciso arcar com as taxas de concessão de crédito, assim como o custo do seguro - já que na maioria dos casos o custo do seguro já é embutido.

Contudo, é preciso se informar sobre custos extras, ou possibilidade de mudança dos juros durante o prazo de financiamento. Você está financiando a uma taxa fixa, ou não? Não são raros os casos de empréstimos, sobretudo, no caso de crédito rotativo, cuja taxa anunciada é bastante atrativa, mas não se aplica em todos os casos.

É possível que essa taxa só seja praticada para um volume de crédito menor, ou por um período determinado de tempo, depois do que as taxas praticadas são até mais elevadas do que as vigentes no mercado. Aqui novamente é preciso fazer as contas. Se você acredita que consegue quitar sua dívida antes do término do período no qual a taxa é mais baixa, então essa pode ser a melhor linha de crédito para você.

Um ponto que vale a pena ser analisado é a possibilidade de quitação antecipada, e as condições na qual isso pode acontecer. Em alguns casos, a quitação até é aceita, mas as condições oferecidas não são atrativas, daí a importância de se avaliar com cuidado o tema.

Endividamento, quando perdemos o controle?
Mesmo que as condições oferecidas em uma determinada linha de crédito sejam atrativas, você precisa verificar que ela se encaixa na sua realidade financeira. Assim, avalie qual o peso da prestação no seu orçamento.

Um erro comum cometido pelas pessoas é o de analisar a prestação de crédito de forma individual. Ainda que as regras de financiamento sugiram que a prestação não deve comprometer mais do que 30% da sua renda mensal, lembre-se que, provavelmente, essa análise já está sendo feita pela instituição financeira.

No seu caso é preciso ir além. Mesmo que a prestação comprometa uma parcela inferior a 20% do seu orçamento, avalie o quanto dele já está comprometido, e se você realmente tem como absorver esse gasto extra. Caso tenha condições de absorver o gasto com a prestação, mas isso faça com que a parcela do seu orçamento comprometida com dívidas supere os 40%, você corre o risco de perder o controle.

Nessa situação, avalie se não é o caso de esperar um pouco mais para levantar esse crédito. Será que não vale mais a pena adiar a realização do sonho, ou no caso de uma emergência, recorrer a cortes drásticos no orçamento, e até mesmo a venda de bens para obter o dinheiro de que precisa?

Antes de assinar o contrato de crédito leia com atenção todas as cláusulas e pergunte tudo o que não entender. Assegure-se de que tudo o que foi combinado com relação a custos, prazo, quitação, garantias esteja detalhado no contrato. Feito isso, guarde uma cópia, pois essa é segurança de que seus direitos serão respeitados.
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Como melhorar as finanças pessoais?

Em entrevista ao Administradores.com, o educador financeiro Mauro Calil relata como usufruir o dinheiro no presente sem deixar de pensar no futuro


Administradores.com

Dizem que dinheiro não traz felicidade, no entanto, a falta dele pode trazer bastante dor de cabeça e apreensão nas pessoas. Por isso, quando o assunto é finanças pessoais, não faltam dilemas sobre as melhores formas de fazê-lo render durante o mês e guardá-lo para o futuro.
O Administradores.com conversou com o professor e educador financeiro Mauro Calil, autor do livro "Separe uma verba para ser feliz", publicado pela Editora Gente, para saber quais os caminhos para balancear as finanças e juntar mais para o futuro.

Uma das primeiras lições que destacam quando o assunto é educação financeira é de anotar todos os gastos da pessoa em uma agenda. Essa premissa ainda é válida? Só ela resolve?

As anotações têm múltiplas funções. A do controle é óbvia, mas também a disciplina e a posterior organização e análise dos gastos e das receitas trarão muitos benefícios. Portanto, sim, anotar e aprender com as anotações é válido e por si só trarão benefícios não experimentados por quem não tem esta prática.

É possível poupar dinheiro para o futuro e aproveitar bem o hoje?

É super possível. Este é o tema central do livro "Separe uma verba para ser feliz'. O pulo do gato reside nas técnicas de salvar dinheiro sem abdicar do bom padrão de vida. Quem domina o assunto tem boa vida e ainda constrói um futuro maravilhoso.

Imagem: Reprodução

Nisso, você desenvolveu o método de educação financeira chamado FAST. Como exatamente ele funciona?

FAST, que em inglês quer dizer rápido, é a sigla para fazer, antever, salvar e turbinar. Tudo isso em relação ao dinheiro. No livro mostro como é possível e fácil fazer mais dinheiro, como antever o que acontecerá com seu dinheiro antes que de fato aconteça, como salvar dinheiro que é muito diferente de economizar e como turbinar seus rendimentos com aplicações financeiras diferenciadas e seguras, algo de pouco conhecimento do público em geral.

Pegar um empréstimo nunca foi tão fácil. As linhas de crédito estão cada vez mais facilitadas. No entanto, sabemos ainda que o Brasil possui um dos índices mais elevados de juros no mundo. Sabendo disso, quais tipos de empréstimos você recomendaria e quais devemos evitar?

Sempre devemos evitar tomar dinheiro emprestado. O mundo das finanças é dividido em dois lados: o lado de quem recebe juros e o lado de quem paga juros. Estar do lado certo fará com que você enriqueça.

Sobre investimento. O que você nota atualmente como boas saídas para investir?

Sair da caderneta de poupança já é um bom passo a ser tomado. Sair da agência bancária e procurar uma corretora é um segundo passo. As melhores oportunidades de investimento estão na grande rede do varejo bancário, por isso, invista em educação financeira, faça cursos e aprenda o que é melhor para você. Responda a três perguntas antes de investir Qual o montante? Qual o prazo? Qual o objetivo do investimento?De posse das repostas um bom produto financeiro aparecerá à sua frente.

Para encerrar, quais dicas você deixaria daria para manter um equilíbrio financeiro?

Separe uma verba para ser feliz. Ser feliz hoje, amanhã e sempre.
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Feirão Caixa da Casa Própria será realizado entre 16 e 18 de maio

Resta saber se com essa economia estável, esse é o momento apropriado para adquirir o tão sonhado "lar"

Adaptado: Wellington A. Silva - Simples Finanças

Quem está procurando um imóvel pode anotar na agenda: o 10º Feirão Caixa da Casa Própria será realizado nos dias 16, 17 e 18 de maio, no Centro de Convenções de Pernambuco, em Olinda. A Caixa Econômica Federal não adiantou a quantidade de imóveis e o volume de crédito disponível para esta edição. No ano passado, foram 24 mil unidades ofertadas em todo o estado, sendo que 14,8 mil eram novos ou na planta e 10,7 mil estavam enquadrados no programa Minha Casa, Minha Vida.
Simples Finanças - Comprei um apartamento no feirão do ano passado e algumas dicas podem lhe ajudar na hora de decidir se esse é o melhor momento: 1- Não deixar de passar em todos os estandes da feira, cada construtora tem suas ofertas e um delas pode lhe agradar mais. 2- Não esquecer que ao comprar você começa a pagar as parcelas intercaladas ou poupança, e essas parcelas são reajustadas pelo INCC da construção civil, o que pode ser um entrave no orçamento da família. 3 - atentar bem quanto a construtora, visto em estamos com a economia imobiliária com possível crise, saber se a mesma tem situação estável pode evitar o risco de calote mais tarde. No demais é pesquisar e pesquisar(guardando dinheiro é claro).
Para atender aos quase 35 mil visitantes que passaram no evento em 2013, a Caixa direcionou 400 funcionários, que trabalharam das 10h às 20h na sexta-feira e sábado e das 10h às 18h no domingo.

O feirão é interessante para quem procura um imóvel tanto pelas facilidades de pagamento - o prazo de carência para pagamento costuma ser de seis meses- quanto pelos juros baixos das linhas de financiamento, com taxas a partir de 4,5% ao ano. O crédito é ofertado para todas as faixas de renda familiar, com prazo de pagamento de até 35 anos.
Dentro do feirão é possível usar tanto recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) quanto do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE). Os estandes estarão espalhados em uma área de 10 mil metros quadrados, que conta com banheiros e praça de alimentação.

Nos próximos dias, o banco divulgará novas informações sobre a edição deste ano. Vale lembrar que os feirões ocorrem simultaneamente em São Paulo (SP), Fortaleza (CE), Brasília (DF), Rio de Janeiro (RJ), Curitiba (PR), Salvador (BA), Uberlândia (MG), Florianópolis (SC), Porto Alegre (RS), Belo Horizonte (MG), Belém (PA), Recife (PE) e Campinas (SP).

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Caixa reduz juros do Construcard e lança cartão para financiamento de móveis e eletrodomésticos

Agência Brasil
 
A Caixa Econômica Federal anunciou ontem (25) novas condições para o Construcard, cartão destinado à aquisição de materiais de construção. As regras são válidas para clientes com renda individual mensal de até R$ 1,6 mil.
 

De acordo com a Caixa, após recentes modificações feitas no cartão, que teve prazo ampliado de 60 para 96 meses e taxas de juros reduzidas, o banco cria agora nova faixa de financiamento para o produto.

As novas condições permitem juros de 0,9% ao mês mais Taxa Referencial (TR) e prazo de até 72 meses para pagar, atendendo à parcela da população com menor renda. A taxa de juros passa a valer a partir de 1º de outubro.

Para usar o cartão, é preciso ir a uma loja credenciada. De acordo com a Caixa, atualmente são mais 65 mil estabelecimentos. Nos últimos cinco anos, o Construcard atendeu a cerca de 1,2 milhão de famílias, financiando um total de R$ 15 bilhões.

Para ter acesso ao cartão Construcard é preciso apresentar documentos pessoais (RG, CPF, comprovante de endereço e de renda) em uma agência do banco, solicitando uma avaliação cadastral.

O valor máximo do financiamento depende da capacidade de pagamento mensal do cliente, que tem até seis meses para utilizar o limite e começar a amortizar o crédito.

O Construcard é utilizado por meio de cartão magnético exclusivo para a aquisição de material de construção e móveis embutidos, nas lojas credenciadas.

Hoje, a Caixa também anunciou a criação do Moveiscard, cartão para financiamento de móveis, eletrodomésticos e eletroeletrônicos. O novo cartão será comercializado a partir do dia 1º de outubro. A expectativa é que o Moveiscard atenda a 1,6 milhão de famílias até o final de 2013.

Com o cartão podem ser financiados até 100% do bem, com prazo de até 60 meses, sendo dois meses de utilização e 58 meses de amortização, com taxas de juros que variam de 0,9% a 1,8% ao mês.

A menor taxa é destinada aos clientes do Programa Minha Casa, Minha Vida – Faixa 1, com renda familiar de até R$1,6 mil. Nesse caso, o percentual é 0,9% ao mês. No caso de renda acima desse valor até R$ 3,2 mil, a taxa fica em 1,4%. Para a faixa 2, com renda de R$ 3.100,01 a R$ 5 mil, juros de 1,5% ao mês. E para os demais clientes do banco 1,8% ao mês.

Para ter acesso ao Moveiscard, o interessado deve se dirigir a uma agência da Caixa e apresentar documento de identidade, CPF, comprovante de renda e endereço. A utilização dos recursos será feita por meio de um cartão e o pagamento das prestações em débito em conta.
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Bradesco reduz juros do cartão de crédito

Sob pressão do governo, bancos de varejo vêm cortando taxas de juros do cartão de crédito desde agosto


Estadão.com

Sob pressão do governo, os maiores bancos de varejo do País reduzem os juros do cartão de crédito. Nesta segunda-feira, foi a vez do Bradesco, que cortou em cerca de 50% as taxas das compras parceladas e do rotativo. No início de setembro, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal anunciaram medidas semelhantes. Em agosto, o Itaú criou uma nova modalidade de cartão, na qual o juro máximo caiu à metade.

Apesar do movimento, as taxas permanecem elevadas se comparadas a outras modalidades de financiamento e mesmo ao juro básico da economia (Selic). No Bradesco, por exemplo, o juro máximo do rotativo caiu para 6,9% ao mês, de 14,9% antes. Nas compras parceladas, o recuo foi de 8,9% para 4,9% ao mês. Em termos anuais, o rotativo custa, no pior cenário, 122%. Nas compras parceladas, o juro máximo alcança 77,5% ao ano.
Segundo a instituição, os juros ficaram desta forma:



De acordo com dados do Banco Central (BC), em agosto a taxa média de juros para as pessoas físicas estava em 36,2% ao ano. A taxa Selic está em 7,5% ao ano.
O diretor executivo do Bradesco, Marcelo Noronha, disse que a diferença entre as taxas decorre do nível de inadimplência do cartão de crédito. "Entre os clientes que entram no rotativo, a inadimplência alcança 28%", afirmou. A inadimplência total na modalidade, observou ele, é de 8,3%, segundo o BC.
"Precisamos estimular esse meio de pagamento e de financiamento para que não tenha a imagem maculada por taxas históricas de dois dígitos. Os bancos têm de fazer sua parte, dar sua contribuição", disse Noronha.
O elevado custo das operações no cartão de crédito está na mira do governo. Em recente entrevista ao Estado, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, chamou de "escorchantes" os juros da modalidade. Por isso, representantes do setor privado estão discutindo com o governo uma agenda que abra caminho para uma redução consistente dos juros. Uma das propostas em análise é o fim do parcelamento sem juros no cartão.
Na avaliação de pelo menos uma das grandes instituições financeiras do País, o parcelado distorce os juros da modalidade. O argumento é de que os inadimplentes acabam financiando os clientes que dividem a compra em várias parcelas sem juros. Para a conta fechar, a taxa do rotativo tem de ser altíssima.
Mas nem todos os bancos concordam. "Não queremos tirar opções do cliente", disse Noronha, do Bradesco. "Apenas concordamos com a ideia de que não se pode ter exagero." Para ele, compras acima de 12 parcelas sem juros se encaixam nessa definição.
Nos últimos cinco anos, a base de cartões de crédito no Brasil praticamente dobrou: em junho de 2012, eram 183,5 milhões, ante 92,4 milhões em junho de 2007.
Santander, Caixa, Itaú e BB informaram que continuam analisando o mercado de crédito para definir se vão reduzir os juros dos cartões.
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Em audiência, entidades de defesa do consumidor criticam proposta da Aneel de pagamento antecipado de energia

Agência Brasil

Entidades de defesa do consumidor e representantes da sociedade civil organizada criticaram ontem (19) a proposta da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) de pagamento antecipado de energia elétrica apresentada durante audiência pública no Rio de Janeiro.

O sistema de pré-pagamento proposto pela Aneel prevê o uso de um medidor eletrônico, que deverá ser instalado gratuitamente pela distribuidora de energia elétrica e que terá leitura do consumo em tempo real. O consumidor poderá comprar diferentes valores, considerando-se como valor mínimo o equivalente a 1 quilowatt (kW) - o inicial será de 5 kW, a ser pago na primeira compra de créditos. Os créditos comprados não terão prazo de validade.

O ponto mais polêmico da proposta, similar à modalidade de celulares pré-pagos, é o que prevê a interrupção imediata do serviço no momento em que os créditos acabarem. Hoje as empresas são obrigadas a notificar o consumidor, com pelo menos 15 dias de antecedência, sobre a suspensão do serviço.

A assessora de projetos do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), Teresa Liporace, argumentou que esse modelo é uma forma de burlar as garantias legais do consumidor.

“Estamos falando de um serviço essencial e essa autodesconexão do sistema pode representar um impacto na saúde, na segurança do cidadão e em sua qualidade de vida. É um serviço que deve ser prestado de forma contínua. Se hoje existe um mecanismo que tenta recuperar o consumidor para que ele não perca esse acesso a um serviço essencial, com essa nova regulamentação, ele vai ser desconectado e ponto. Um problema a menos para a empresa, mas e para a sociedade? Onde está o interesse público dessa proposta?”, questionou Teresa, que solicitou a suspensão do projeto até que se faça um estudo aprofundado sobre os impactos sociais e econômicos da nova modalidade.

O superintendente de Regulação de Comercialização de Eletricidade da Aneel, Marcos Bragatto, garantiu que a proposta inclui mecanismos de defesa do consumidor. “Quando esses créditos chegarem a níveis críticos, o próprio medidor vai alertar o consumidor com sinal sonoro e visual sobre a necessidade de se fazer nova compra. Caso ele não faça e os créditos se esgotem, ele pode ligar para a distribuidora gratuitamente e solicitar um crédito de emergência”, disse.

O representante da Aneel também ressaltou que a adesão é voluntária e que se o consumidor preferir poderá cancelar o plano e migrar para o modelo pós-pago sem empecilhos.

“É muito fácil compelir um consumidor com alta inadimplência a migrar para um processo desses. E a gente entende que o principal alvo são pessoas mais pobres, absolutamente vulneráveis, sem informação”, rebateu Teresa. “E o pior é que se esse consumidor quiser recorrer, reclamar, ele terá que enfrentar todo problema que já existe no processo demorado de reclamação sem energia em casa.”

Para o diretor da Aneel Edvaldo Santana, o pré-pagamento de energia traz vários benefícios para o consumidor. O principal deles é a redução significativa da tarifa de energia à medida que haja maior adesão dos clientes. “Existe uma incompreensão, mas acredito que o benefício seja bastante evidente, pois a redução da tarifa é um exemplo maior de benefício social”, declarou.

Ele ressaltou que a Aneel pode rever a proposta e estudar o aumento do prazo para efetivação do corte de energia devido à falta de pagamento prévio. “Agora, claro, não pode aumentar muito esse prazo senão diminuem os benefícios, porque aumentam os custos (...) Mas a Aneel vai analisar as sugestões e por isso estamos realizando essas audiências.”

Ele citou experiências de pré-pagamento em outros países como o Reino Unido, a África do Sul, a Colômbia e a Argentina. Segundo ele, nesses locais, os consumidores estão satisfeitos.

A representante do Procon-RJ Cláudia Henrique da Silva discordou do diretor da Aneel e disse que estudos recentes sobre esse modelo em outros países mostram que não houve redução da conta de energia para o consumidor médio. “Além de serem países com realidades e legislações bem diferentes da nossa, os estudos que fizemos sobre alguns desses lugares mostram que quem lucra [com o sistema pré-pago de energia elétrica] são as fábricas, comerciantes, indústrias. Nós, jamais. O consumidor em baixa escala não tem benefício nenhum.”

O presidente da Associação de Moradores de Vigário Geral, João Ricardo Serafim, defendeu maior fiscalização por parte das autoridades nos serviços prestados pelas concessionárias de energia elétrica. Para ele, a tecnologia deve ser aplicada para melhorar a condição de vida dos moradores e não aumentar lucros das empresas. “Precisamos ter parâmetros preliminares, como a questão dos impostos e de diferenciação de energia para o desenvolvimento social e não para ganhar dinheiro. Para os pequenos comerciantes, por exemplo, o valor cobrado não pode ser igual ao de um shopping", declarou. “Essa é a discussão que temos que tratar aqui.”

Os benefícios para as concessionárias são, principalmente, o fim dos custos com inadimplência, impressão e entrega de fatura, suspensão e religamento da energia.

Essa foi a nona audiência pública realizada pela Aneel no país para tratar do tema. A última delas ocorre amanhã (20) em Cuiabá. Sugestões podem ser enviadas por e-mail (ap048_2012@aneel.gov.br), fax (61-2192-8839) ou correspondência (SGAN, Quadra 603, Módulo 1, Térreo, Protocolo Geral, CEP 70.830-030, Brasília-DF) até o dia 25 deste mês.

A expectativa da Aneel é que a regulamentação do novo modelo de pagamento de energia elétrica seja publicada no início de 2013.
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Orçamento de 2013 prevê 11,9% a mais para saúde e educação

Agência Brasil

O projeto do Orçamento Geral da União para 2013 prevê 11,9% a mais para a saúde e educação. Segundo o texto que será enviado hoje (31), ao Congresso Nacional, as despesas autorizadas para essas áreas subirão de R$ 104,997 bilhões em 2012 para R$ 117,424 bilhões no próximo ano.

Desse total, R$ 79,331 bilhões estão autorizados para a saúde, alta de 10,7% em relação ao montante destinado neste ano, e R$ 38,093 bilhões para a educação (alta de 14,4%). Os gastos do Programa Brasil sem Miséria, programa federal de combate à pobreza, contarão com R$ 29,929 bilhões, 16,3% a mais que em 2012.

De acordo com a ministra do Planejamento, Miriam Belchior, o Orçamento do próximo ano ajudará o governo a garantir o crescimento da economia com desenvolvimento social. “O orçamento reflete as grandes prioridades do governo, que é promover as ações necessárias para o crescimento do país”, disse a ministra.
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Salário mínimo em 2013 será R$ 670,95, determina Ministério do Planejamento

Agência Brasil

O Ministério do Planejamento fixou em R$ 670,95 o valor do salário mínimo a partir de janeiro de 2013. Essa é a proposta que o governo federal incluiu no Projeto de Lei Orçamentária Anual (Ploa) enviado hoje (30) ao Congresso Nacional. O novo valor é 7,9% maior que os R$ 622 pagos atualmente.
A Ploa traz a previsão de gastos do governo para o próximo ano. O novo valor do mínimo passa a ser pago a partir de fevereiro, referente ao mês de janeiro. O reajuste inclui a variação de 2,7% do Produto Interno Bruto (PIB) de 2011 e a estimativa de que a inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) previsto para o ano de 5%.

A estimativa do governo é que cada R$ 1 de avanço no mínimo gere despesas de R$ 308 milhões ao governo. Com isso, o aumento de R$ 48 concedido pelo governo causará impacto de cerca de R$ 15,1 bilhões aos cofres públicos.

O INPC é o índice utilizado nas negociações salariais dos sindicatos e faz parte do acordo de evolução do salário mínimo fechado entre governo e centrais sindicais
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