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Você Conhece os três estágios de um orçamento familiar?

Receba nossa planilha financeira com essas dicas já programadas para fa
cilitar o controle do seu dinheiro. É só cadastrar seu e-mail aqui ao lado.


Por: Simples Finanças

Não importa onde você realiza o controle de suas finanças, o importante mesmo é você não deixar de fazer, aqui nós apresentamos os três estágios básicos de um orçamento familiar e algumas dicas pra você.

Verde = Resultado Mensal (A-B-C) R$ 860,00 Positivo
Sua receita é maior do que sua despesa.

O seu orçamento familiar está sob controle! Essa é uma boa oportunidade para começar a investir.

Amarelo = Resultado Mensal (A-B-C) R$ 0,00
Sua receita está na média de sua despesa.

Você precisa acompanhar mais de perto seu orçamento. Tome cuidado para não aumentar suas despesas e verifique como diminuir seus gastos.

Vermelho = Resultado Mensal (A-B-C) - R$0,00 Negativo
"Sua receita é menor do que sua despesa."
ATENÇÃO: você precisa começar a reduzir seus gastos. Reúna a família e veja como todos podem contribuir.

Desenvolvemos uma planilha dinâmica, com esses três estágios já programados, você só vai precisar incluir seus valores que os cálculos e dicas serão apresentados para você.

Se desejar receber nossa planilha, deixe seu email no comentário desse poste ou preencha o formulário aqui ao lado.
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O Fluxo de Caixa no Orçamento Familiar

Qual a melhor ferramenta para controlar o orçamento familiar?

Por: Simples Finanças

O controle do fluxo de caixa nas empresas é indispensável, para que os gestores tenham conhecimento dos recursos disponíveis para honrar seus compromissos, mas qual a relação desse controle gerencial em um controle de orçamento familiar?

O orçamento familiar precisa ser realizado com o máximo de informações possíveis, nele devem constar as informações referentes entradas (salários e outros valores a receber) e as saídas (despesas pessoais, transporte, aluguel etc.). Com os devidos valores anotados, podemos montar nosso fluxo de caixa familiar.

De um lado serão registradas as receitas mensais (ou outro período de sua preferência) e do outro as despesas, a diferença entre um e o outro pode ser POSITIVO (+), NEGATIVO (-) ou NEUTRO (0). leia também: Os 3 estágios do orçamento familiar.

Não existe um melhor método para registrar o orçamento, pode ser desde o simples caderninho de rascunho, passando pelas planilhas eletrônicas, ou até mesmo em software para orçamento familiar (O IMPORTANTE É VOCÊ CONTROLAR SEUS GASTOS)

Agora diante das informações registradas, você pode acompanhar seu orçamento de forma mais eficiente, podendo realizar cortes ou investimento de forma planejada, E QUEM SABE REALIZAR AQUELE SONHO TÃO DESEJADO.

Em uma organização, no fluxo de caixa são registradas as movimentações de entrada (receitas) e saídas (despesas) que estão ocorrendo na empresa, através de dados que são utilizados para alimentar um sistema gerencial, o mesmo, serve para os gestores financeiros tomarem suas decisões de forma mais clara e consciente, evitando futuros imprevistos no caixa da empresa ou minimizando riscos de caixa negativo, antecipando-se às decisões futuras. (VOCÊ PODE FAZER O MESMO COM SEU ORÇAMENTO FAMILIAR)
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4 formas de ensinar sobre dinheiro ao seu filho – Educação Financeira Infantil

Imagina se tivessem lhe dado a oportunidade de aprender sobre as finanças desde cedo, de forma lúdica e divertida. Você acha que sua forma de se relacionar com seu dinheiro seria diferente hoje?

Por: Rodrigo Maximo -  Bem na Conta


Educação Financeira Infantil não é só importante, como fundamental.


Se você tivesse a oportunidade de aprender sobre as finanças pessoais desde criança, você acha que teria evitado alguns erros que já cometeu em sua vida e prejudicou seu bolso?
É..eu sei qual é a resposta e você também.

Se você tem filho, sobrinho, afilhado ou alguma criança a sua volta, que tal dar a ele/ela a oportunidade que você não teve?
Neste artigo, vamos falar sobre como ensinar as primeiras lições sobre o dinheiro às crianças e como isso pode ajudá-las pelo resto de suas vidas.
Se você por acaso se interessou por isso, continue lendo esse artigo. 

A BASE DA EDUCAÇÃO FINANCEIRA INFANTIL

Muitos dos principais ensinamentos dessa vida nós recebemos desde o berço. Afinal, educação vem de casa!
Quantas vezes já ouvimos esse ditado por aí, não é verdade?
A primeira lição, o primeiro exemplo, são vistos e aprendidos no próprio lar, ou seja, no seio da família.
Se a base principal da nossa aprendizagem e formação está presente em nossa casa, porque a Educação Financeira Infantil seria diferente?
Desde cedo aprendemos (ou deveríamos…) a respeitar os pais, a ser educado com o próximo, a valorizar os estudos e muito mais.
Porque então não poderíamos também aprender o valor do dinheiro, a importância da poupança e do planejamento?
Calma, eu sei que você deve estar se perguntando: “como ensinar um assunto tão complicado como finanças a uma criança??”
Fique tranquilo, pois a resposta é tão simples quanto a pergunta: se ensina sobre dinheiro como se ensina sobre qualquer coisa a uma criança!
Ou seja…
.. através do exemplo,
.. em pequenas doses,
.. tirando lições dos erros e…
.. valorizando sempre as conquistas!!
Sendo assim, vou listar para vocês algumas dicas simples mas que, se seguidas, podem proteger seus filhos de problemas financeiros e prevenir situações desconfortáveis que a falta de recursos pode causar.

ENSINANDO DESDE CEDO

Ensinar algo tão importante deve ser uma tarefa feita com muita dedicação e cuidado.
Um tema tão profundo, com certeza, merece muito mais que apenas um artigo mas, para começar, falaremos de 4 formas de ensinar sobre finanças aos seus filhos.

#1 | MESADA

Um dos pontos mais interessantes a ser abordado é a questão da mesada.
A fórmula mais interessante, na minha opinião, é a da recompensa.
Nesse tipo de procedimento combina-se um valor mensal e condiciona-se o recebimento do mesmo com o cumprimento de um determinado objetivo.
Por exemplo, você pode condicionar o recebimento da mesada do seu filho a manutenção de boas notas na escola.
Aconselho também a utilizar de escalas para recompensar ou não o rendimento. Veja uma sugestão abaixo:
Mesada
Nesse modelo você recompensa a criança com o valor normal da mesa quando ele “cumprir com a obrigação de estudante”, ou seja, quando tiver uma nota escolar considerada na média.
grande diferença está na nas notas fora da média, tanto acima quanto abaixo.
Quando a nota superar as expectativas, você concede uma espécie de bônus e, na direção contrária, quando as notas forem abaixo da média ou muito baixas você diminui ou até mesmo cancela a mesada.
Esse tipo de controle faz a criança aprender a buscar o algo mais e não ficar apenas na média e, ao mesmo tempo, ensina que é preciso trabalhar pelo dinheiro e não apenas ganhá-lo sem esforço.
Essa foi apenas uma sugestão, mas use a criatividade e crie você mesmo a melhor maneira de instituir a mesada ao seu filho. #ficaadica

#2 | COFRINHO

Poupar dinheiro é a lição mais importante que a Educação Financeira Infantil pode ensinar!
E é claro que um tema de tão vital importância deve ser ensinado a seu filho.
A melhor maneira de ensinar o valor de poupar dinheiro a uma criança é, com toda certeza, o famoso e antigo cofrinho!
Quem nunca teve um cofrinho? Eu tenho o meu até hoje 🙂
Pois então, dê de presente ao seu filho um cofrinho! Um que chame a atenção, de preferência um com aparência divertida.
Ensine que ali ele pode guardar seu dinheirinho e incentive essa prática.
Uma forma que considero bastante interessante é uma que chamo de Guarda/Ganha.
Funciona da seguinte maneira: você deverá fazer um trato com seu filho.
Sempre que a criança colocar um valor no cofrinho, você complementa também depositando o mesmo valor.
Se ele conseguir guardar uma moedinha de R$ 1,00, você adiciona também mais R$ 1,00. Não é legal?
Isso vai ensinar aos pequenos a importância de poupar e recompensar tal esforço.
Com seu incentivo, certamente seu filho fará todo o esforço possível para não gastar todo dinheiro que ganha e também pensará em guardar o máximo possível.

#3 | JUROS

Aqui, falaremos da lição mais polêmica deste artigo!
Em contrapartida, acredito muito que essa lição pode começar a blindar a criança de problemas financeiros causados por desinformação e consumo descontrolado.
Vamos lá. Por mais cruel que possa parecer, cobre juros do seu filho!!
Calma, eu explico…
Suponha que o dinheiro da mesada termine no meio do mês e a criança lhe peça mais.
Analise a situação primeiro. Se por acaso você decidir aceitar o pedido do seu filho, faça o seguinte:
  1. Faça seu filho lhe explicar o porque sua mesada acabou e porque ele precisa de mais dinheiro.
  2. Explique que você vai adiantar o dinheiro que ele precisa, mas vai tirar esse mesmo valor de sua próxima mesada.
  3. Além disso, explique vai cobrar uma pequena “multa” por esse adiantamento. Por exemplo, se você adiantou R$10,00 para ele, na mesada seguinte, pague com R$11,00 a menos (R$ 1,00 de juros).
Mesmo que pouco, esses “penalidade” vai fazer a criança pensar duas vezes antes de gastar todo o dinheiro além de fortalecer ainda mais o conceito de economia em seu filho.
Vale o esforço!

# 4 | DIÁLOGO

Posso lhe dizer com plena convicção que o diálogo é, em todos os casos, a maior lição relacionada a Educação Financeira Infantil.
A cada situação vivida, explique ao seu filho o porque daquilo, quais as vantagens e desvantagens de cada atitude.
Não se esqueça que os esforços devem ser sempre recompensados e os erros devem servir de aprendizado.
Mostre desde cedo o valor do dinheiro mas enfatize que o verdadeiro sentido da vida não está nele.
Lembre-se sempre que o dinheiro é para proteção, portanto, conscientizar a criança disso é mais um forma de proteger seu filho.

AGORA É COM VOCÊ!

Coloque desde já a Educação Financeira Infantil na vida de seu filho!
Tudo que aqui foi dito serve como um incentivo e não como regra geral. Ninguém melhor que você sabe como cuidar e criar seus filhos!
Tome como base o que foi ensinado aqui no Bem na Conta e crie sua própria maneira de ensinar as crianças a se relacionarem com o dinheiro.
Aproveite os comentários ao final desse artigo e nos conte quais são seus métodos e suas estratégias.
Vamos aprender juntos!
Comece hoje mesmo e blinde seu filho contras os problemas relacionados ao dinheiro!
Crédito da foto: Designed by Freepik
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Mulheres são apenas 13% do alto escalão do setor financeiro, diz estudo

LONDRES (Reuters) - Apenas um em cada oito executivos do alto escalão em grandes empresas de serviços financeiros é uma mulher, sendo que o ritmo de mudança dessa representatividade em bancos e outras companhias é muito lento, de acordo com um estudo sobre diversidade batizado de "Women in Financial Services" (Mulheres em Serviços Financeiros).
O estudo afirma que as práticas atuais de trabalho em serviços financeiros não dão apoio ao sucesso do sexo feminino, com uma cultura de longas horas prejudicando aquelas que
desejam trabalhar com mais flexibilidade para combinar responsabilidades corporativas e domésticas.
"As empresas com equipes de gestão menos diversificadas são menos capazes de ver os problemas sob muitos ângulos. Isto é especialmente importante para um setor que tem visto escândalos atribuídos a lideranças que não são contestadas e a um 'pensamento em grupo'", disse Michelle Daisley, sócia da Oliver Wyman.
No último mês, reguladores multaram seis grandes bancos em um total de 4,3 bilhões de dólares ao falharem em impedir operadores de tentar manipular o mercado de câmbio.
Apenas 4% dos CEOs do setor financeiro são mulheres e mais de um terço dos comitês executivos são ainda inteiramente masculinos, de acordo com o estudo global com mais de 150 empresas, divulgado nesta quinta-feira.
"O ritmo de mudança é muito lento", disse Daisley.
(Por Steve Slater)
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10 razões para investir na sua carreira e ser mais feliz


Ter uma existência gratificante dá trabalho: estude, desenvolva seus talentos, objetivos, planos, habilidades profissionais, conhecimentos e deixe sua marca pessoal no mundo


Não investir em si mesmo é como flutuar em um rio rápido sem um remo ou mapa, ou conhecimento do que espera você na próxima curva. As coisas podem ir bem por um tempo, mas, em algum momento, você vai perceber que cometeu um equívoco. E dependendo do tipo de carreira, um equívoco em determinado ponto pode se tornar um erro gigantesco.
Para evitar imprevistos, você precisa fazer um investimento pró-ativo e reflexivo em um plano para alcançar metas para a sua carreira – e, é claro, para a sua própria vida. Do contrário, o dia a dia o incontrolado da profissão vai acabar levando você sem rumo, deixando de se concentrar sobre o que necessita e o que deseja para si mesmo. O resultado disso e a insatisfação permanente, para não dizer que estará desperdiçando um tempo precioso de sua existência em vão.
Assim, é preciso saber planejar e investir na carreira, para que seu crescimento seja constante e você alcance os frutos merecidos de seu trabalho. Aqui estão 10 razões publicadas pela revista Forbes para que você entenda o quanto é importante investir em sua carreira.
1. O melhor investimento que você pode fazer é em você mesmo
O retorno sobre o investimento na carreira e o fato de melhorar a si mesmo é astronomicamente maior do que qualquer outra aplicação financeira que você pode fazer. Além de proteger-se do desemprego, e usufruir do crescimento pessoal e do sucesso profissional, aumentam também as oportunidades de trabalho e o seu poder pessoal, pois a simpatia que advém do sucesso só atrai mais possibilidades de fazer amigos, fechar negócios e trabalhar com mais satisfação.
2. Você é o chefe da Você Ltda.
Se você é o seu chefe, ou seja, é o dono da Você Ltda. e é quem tem nas mãos a direção de sua carreira; então, o seu trabalho deve ser direcionado para garantir que você não perca de vista os seus próprios interesses e as oportunidades de sua área. O seu trabalho é voltado para alimentar o seu crescimento e sua prosperidade. É muito importante planejar com cuidado as ações que estão alinhadas fielmente à sua missão, que é investir de forma consistente na execução de seus projetos.
3. Valorize a si mesmo
Elabore dois balanços para você. No primeiro, a lista de seus ativos e passivos financeiros. No segundo, a lista de suas habilidades, ideias, conhecimentos, habilidades, redes de contatos pessoais, paixão e capacidade de fazer as coisas acontecerem. Invista em sua segunda lista: é ela que vai aumentar o seu patrimônio pessoal e é assim que você vai aumentar os ativos da sua primeira lista.
4. Você pode se tornar grande
Você é capaz de crescer e aprimorar ainda mais sua carreira, de modo a ser bem-sucedido e contente com quem é e o que faz. A maioria de nós se contenta com sobras, usando apenas uma fração das suas capacidades. Isto é trágico. Perceber sua grandeza através da identificação de seus talentos é investir em seu potencial.
5. Você pode atingir seus objetivos
Sua carreira e objetivos de vida são muito importantes para serem apenas sonhos e desejos. Uma carreira mal-administrada pode atrapalhar seus objetivos de vida. Investir em si mesmo aumenta drasticamente a probabilidade de alcançar os seus objetivos e é uma verdadeira demonstração de seu compromisso de atingi-los.
6. Você cria seu próprio futuro
Sua carreira é moldável conforme você vai alcançando suas metas. Investir em si mesmo lhe fornece clareza, poder e ferramentas para criar seu próprio futuro e tomar o caminho mais curto até seus objetivos. Às vezes, investir significa assumir um risco, mas esse é o preço de entrada para o sucesso e a felicidade.
7. O mundo é um lugar complexo: peça ajuda
Você precisa entender que não é possível saber tudo o que precisa, nem fazer tudo o que precisa fazer sozinho. Não se pode atingir o seu melhor sem ajuda de alguém. Encontre e invista em quem pode ensiná-lo, mostrar-lhe o caminho e ajudá-lo a atingir seus objetivos.
8. A vida é curta demais para a mediocridade 
Você não pode se dar ao luxo de ser medíocre. Saiba em que você não é bom e trabalhe isso com inteligência: faça um curso de aperfeiçoamento ou terceirize as suas áreas fracas para alguém que possa fazê-las melhor. Determine em que exatamente o seu desempenho é mais fraco ou medíocre e peça ajuda.
9. Pense em seu leito de morte 
A expressão “o que você vai pensar em seu leito de morte” é amarga, sim, mas a escutamos muitas vezes em nossa vida e isso demonstra a importância desse instante final, de balanço do que se fez e do que se deixou de fazer. A passagem do tempo vai lhe fornecer uma perspectiva que você não tem agora. Um dia, porém, você vai olhar para trás e medir os seus problemas, os fracassos e também os sucessos. Seu foco será o de um grande panorama: o tipo de vida que você levou, as oportunidades que teve de prosseguir um caminho promissor que depois abandonou, o quanto você foi feliz e o legado que deixou para a sua existência. Investir em si mesmo é, por isso, crucial para lhe dar a coragem e determinação para ser feliz e fazer suas próprias coisas, e ter pouco para se arrepender na velhice.
10. Sua vida é apenas sua 
Ninguém vai fazer por você o que precisa ser feito para a sua vida e a sua carreira. Enfrente a realidade: no que se refere a construir a própria vida, estamos sozinhos nessa. É possível que haja ajuda de amigos, pais, familiares, seja para ajudá-lo a comprar uma casa ou um carro, mas a sua vida e a sua profissão é você quem faz. E ninguém tem tanto a ganhar ou perder nestes dois caminhos como você. Assim, invista o máximo possível para desenvolver-se e atingir o que traçou como meta de vida. Ter uma existência gratificante dá trabalho. Insista: estude, desenvolva seus talentos, objetivos, planos, habilidades profissionais, conhecimento, habilidades e sua marca pessoal. Faça por você mesmo, lendo livros ou realizando uma especialização. Ou então contrate especialistas para fazer ajudá-lo a pensar, planejar, autoavaliar-se, ajudá-lo a criar metas. A regra é treinamento constante, de forma proativa, sem esquecer também de investir no marketing de si mesmo.
FONTE: revista.penseempregos.com.br
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Como melhorar as finanças pessoais?

Em entrevista ao Administradores.com, o educador financeiro Mauro Calil relata como usufruir o dinheiro no presente sem deixar de pensar no futuro


Administradores.com

Dizem que dinheiro não traz felicidade, no entanto, a falta dele pode trazer bastante dor de cabeça e apreensão nas pessoas. Por isso, quando o assunto é finanças pessoais, não faltam dilemas sobre as melhores formas de fazê-lo render durante o mês e guardá-lo para o futuro.
O Administradores.com conversou com o professor e educador financeiro Mauro Calil, autor do livro "Separe uma verba para ser feliz", publicado pela Editora Gente, para saber quais os caminhos para balancear as finanças e juntar mais para o futuro.

Uma das primeiras lições que destacam quando o assunto é educação financeira é de anotar todos os gastos da pessoa em uma agenda. Essa premissa ainda é válida? Só ela resolve?

As anotações têm múltiplas funções. A do controle é óbvia, mas também a disciplina e a posterior organização e análise dos gastos e das receitas trarão muitos benefícios. Portanto, sim, anotar e aprender com as anotações é válido e por si só trarão benefícios não experimentados por quem não tem esta prática.

É possível poupar dinheiro para o futuro e aproveitar bem o hoje?

É super possível. Este é o tema central do livro "Separe uma verba para ser feliz'. O pulo do gato reside nas técnicas de salvar dinheiro sem abdicar do bom padrão de vida. Quem domina o assunto tem boa vida e ainda constrói um futuro maravilhoso.

Imagem: Reprodução

Nisso, você desenvolveu o método de educação financeira chamado FAST. Como exatamente ele funciona?

FAST, que em inglês quer dizer rápido, é a sigla para fazer, antever, salvar e turbinar. Tudo isso em relação ao dinheiro. No livro mostro como é possível e fácil fazer mais dinheiro, como antever o que acontecerá com seu dinheiro antes que de fato aconteça, como salvar dinheiro que é muito diferente de economizar e como turbinar seus rendimentos com aplicações financeiras diferenciadas e seguras, algo de pouco conhecimento do público em geral.

Pegar um empréstimo nunca foi tão fácil. As linhas de crédito estão cada vez mais facilitadas. No entanto, sabemos ainda que o Brasil possui um dos índices mais elevados de juros no mundo. Sabendo disso, quais tipos de empréstimos você recomendaria e quais devemos evitar?

Sempre devemos evitar tomar dinheiro emprestado. O mundo das finanças é dividido em dois lados: o lado de quem recebe juros e o lado de quem paga juros. Estar do lado certo fará com que você enriqueça.

Sobre investimento. O que você nota atualmente como boas saídas para investir?

Sair da caderneta de poupança já é um bom passo a ser tomado. Sair da agência bancária e procurar uma corretora é um segundo passo. As melhores oportunidades de investimento estão na grande rede do varejo bancário, por isso, invista em educação financeira, faça cursos e aprenda o que é melhor para você. Responda a três perguntas antes de investir Qual o montante? Qual o prazo? Qual o objetivo do investimento?De posse das repostas um bom produto financeiro aparecerá à sua frente.

Para encerrar, quais dicas você deixaria daria para manter um equilíbrio financeiro?

Separe uma verba para ser feliz. Ser feliz hoje, amanhã e sempre.
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Medo do desemprego atinge maior nível desde 1999, aponta pesquisa

Índice de medo do Desemprego cresceu 5,4% na comparação com março. Pesquisa da CNI ouviu 2.002 pessoas em 141 municípios.



Do G1, em São Paulo

O medo do brasileiro de perder o emprego atingiu em junho o maior patamar desde setembro de 1999, segundo pesquisa divulgada nesta sexta-feira (3) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).

O Índice de Medo do Desemprego passou de 98,8 pontos em março para 104,1 pontos em junho, o que representa crescimento de 5,4%.

"O índice se encontra no terceiro patamar mais alto de sua série histórica, superado apenas pelos valores mensurados em julho e setembro de 1999", destacou a CNI.
O novo crescimento do medo do desemprego ocorre após uma alta de 32,1% na pesquisa anterior, realizada em março, indicando que as expectativas da população em relação ao mercado de trabalho continuam se deteriorando.

A pesquisa ouviu 2.002 pessoas em 141 municípios entre 18 e 21 de junho de 2015.

Já o Índice de Satisfação com a Vida apresentou leve recuperação, passando de 94,7 pontos em março para 95,6 em junho, um crescimento de 1%. Segundo a CNI, esse crescimento não reverte a retração do indicador, que acumula queda de 7,3% em relação a junho de 2014.
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‘Juros do Brasil fazem agiota americano sentir vergonha’, diz NYT


Sucesso das lojas de penhores é sinal de que a orgia de endividamento dos consumidores do País está chegando ao limite

Do Estadão
Por Simples Finanças

Dan Horch
THE NEW YORK TIMES
A aposentada Carmelita Valente aguarda avaliação de suas jóias na agência de penhores da CEF: alternatica aos juros altos (NYT)
A aposentada Carmelita Valente aguarda avaliação de suas jóias na CEF: alternativa aos juros altos (NYT)
Os juros praticados no Brasil fariam um agiota americano sentir vergonha. Os cartões de crédito cobram mais de 240% ao ano. Empréstimos bancários ultrapassam os 100%. Para um número cada vez maior de consumidores que precisam de dinheiro, a loja de penhores é a melhor opção.
Quando a dona de casa Ângela Pereira, de São Paulo, precisou de dinheiro extra para comprar o material escolar da filha, ela penhorou uma corrente de ouro para receber R$ 530. Ajustando para a alta inflação do país, ela pagará juros de apenas cerca de 19%, um pouco mais do que o americano comum costuma pagar no cartão de crédito. ”É acessível e barato”, disse ela.
O crescente sucesso das lojas de penhores é o mais recente sinal de que a orgia de endividamento dos consumidores do país pode estar chegando ao limite.
O inchaço da classe média brasileira – e dos seus hábitos de consumo – ajudou a alimentar a economia em geral durante anos. Mas o crescimento está desacelerando, e os consumidores lutam para pagar suas contas.
A economia enfraquecida foi um ponto inflamável na recente eleição, vencida por pequena margem pela atual presidente Dilma Rousseff no segundo turno.
O banco central elevou os juros novamente, na tentativa de combater a inflação. Mas isso pode pesar no crescimento e complicar ainda mais o panorama do endividamento do consumidor.
Embora ainda representem uma parcela relativamente pequena do setor de crédito, as lojas de penhores têm prosperado, mesmo num momento em que outros tipos de empréstimo parecem pouco atrativos. Alguns brasileiros, mesmo aqueles firmemente instalados na classe média, estão usando as lojas de penhores para quitar as dívidas do cartão de crédito, cobrir despesas inesperadas ou simplesmente acessar uma linha de crédito mais barata.
O funcionário da CEF José Becker busca peças para devolver ao proprietário (Foto: NYT)
O funcionário da CEF José Becker busca peças para devolver ao proprietário (Foto: NYT)
Getúlio. Diferentemente do que ocorre nos Estados Unidos, as lojas de penhores brasileiras são regulamentadas no nível nacional. Em vez de atuarem independentemente e definirem seus próprios juros e regras, as lojas de penhores são operadas pela Caixa Econômica Federal, de propriedade do governo.
A rigorosa supervisão é legado da presidência de Getúlio Vargas, que tomou o poder nos anos 1930 durante um golpe militar e demonstrava simpatia pelo fascismo europeu. Mas ele também apresentou reformas progressistas, incluindo a jornada de trabalho de 8 horas diárias. Como parte de sua tentativa de baixar os juros, ele aboliu as lojas de penhores particulares em 1934, conferindo o monopólio do setor à Caixa.
Como ocorre com qualquer outro banco, as agências da Caixa têm fileiras de caixas eletrônicos; atendentes para a abertura de contas, solicitações de crédito e hipotecas; e caixas que recebem depósitos e fazem saques. Mas, em 463 das agências da Caixa, há uma fileira de caixas com balanças e ferramentas de joalheiro para pesar e testar metais preciosos, joias e relógios de luxo.
Após a inspeção, o caixa oferece um empréstimo imediatamente, em geral com valor equivalente a 85% do item penhorado. O caixa não faz perguntas sobre o emprego, a renda ou o histórico de crédito do solicitante – basta nome, endereço e cadastro de pessoa física.
O superintendente nacional da Caixa para finanças do consumidor, João Régis Magalhães, disse ser apenas lógico que as lojas de penhores oferecessem juros mais baixos do que outros tipos de crédito: “a operação é simples, incorrendo em poucos custos, e o risco é muito baixo, porque temos uma garantia de retorno do dinheiro”.
O crescimento do crédito oferecido pelas lojas de penhores segue em certos aspectos o boom geral no endividamento dos lares. De junho de 2004 a junho de 2014, o crédito ao consumidor brasileiro aumentou 658%, chegando a US$ 297 bilhões, de acordo com a Associação Nacional de Executivos das Finanças, Administração e Contabilidade. O portfólio de empréstimos oferecidos por penhoras pela Caixa mais do que dobrou nos quatro anos mais recentes, chegando a US$ 670 milhões, com 1,3 milhão de empréstimos em aberto.
As consequências negativas da orgia de crédito foram mais dolorosas em outros tipos de empréstimo. O Banco Central informa que 6,7% dos empréstimos bancários pessoais e 26,3% das contas de cartão de crédito estão em situação de inadimplência. Em comparação, a Caixa disse que apenas 0,6% dos clientes que penhoraram seus bens deixaram de pagar em dia.
Enquanto outras formas de crédito tiveram desaceleração, os empréstimos por penhora continuam a crescer rapidamente. A Caixa planeja dobrar o número de agências que oferecem esse tipo de empréstimo até o final de 2015.
Marianne Hanson, economista da Confederação Nacional do Comércio, disse que muitos lares de baixa renda para os quais o crédito era uma novidade anos atrás “estão agora aprendendo como funcionam os juros e, com isso, procuram a alternativa mais barata”.
O crédito que exige alguma forma de garantia colateral, como a penhora, se encaixa nessa descrição, disse ela. E até os lares de classe média estão procurando as lojas de penhores para romper o ciclo do endividamento.
No início da década, a coordenadora de eventos Arianna França, que trabalha para o judiciário do Estado de São Paulo, enfrentou uma emergência médica. O seguro de saúde do pai não cobriu todos os procedimentos necessários para tratar do câncer dele.
Como servidora civil, Arianna tinha a opção de recorrer ao chamado crédito consignado. Nos empréstimos desse tipo, o empregador do devedor desconta automaticamente do salário a quantia devida a cada mês, e os juros são semelhante aos de uma penhora.
Mas, como muitos outros servidores civis e pensionistas, Arianne já estava gastando mais de 30% da renda no pagamento de empréstimos consignados – o limite permitido pela lei.
“Há tanto crédito disponível que a pessoa simplesmente compra mais e mais. Isso pode se tornar um problema”, disse ela.
Seus cartões de crédito também chegaram rapidamente ao limite. Com frequência, o pagamento mínimo mensal exigido para os cartões de crédito no Brasil não basta para impedir que a dívida aumente.
Assim, dois anos atrás, ela penhorou as joias e conseguiu R$ 40 mil para pagar os cartões de crédito. Os juros são baixos o bastante para que ela possa pagar o principal da dívida, e as joias devem voltar ao seu poder no ano que vem.
Embora possam proporcionar recursos muito necessários, as penhoras também trazem riscos.
Funcionária da CEF em São Paulo examina corrente de cliente (Foto: NYT)
Funcionária da CEF em São Paulo examina corrente de cliente (Foto: NYT)
Vício. Faz anos que a terapeuta holística Valéria Ferraz, de São Paulo, penhora as joias para ajudar a pagar as contas quando os negócios vão mal, recuperando-as quando os clientes retornam.
“A dinâmica se torna viciante”, disse ela. “É tão fácil obter dinheiro extra que às vezes faço isso mesmo sem precisar de verdade.” Valéria admitiu ter perdido um anel de ouro com diamantes certa vez por não ter pago em dia os juros da penhora.
Quando um cliente se torna inadimplente, a Caixa exibe o item penhorado em sua página da internet. Os interessados podem dar lances usando os caixas eletrônicos do banco. Se o valor captado no leilão for superior à dívida do cliente, este recebe a diferença.
Mas, como a Caixa avalia as joias apenas com base na matéria prima, sem levar em consideração o trabalho de ourivesaria, o preço de leilão raramente reflete o verdadeiro valor das peças.
O presidente da Associação Brasileira de Educadores Financeiros, Reinaldo Domingos, disse que as lojas de penhoras podem ser menos caras que outras opções, mas não são baratas.
“Para muitos, a bola de neve não para de crescer”, disse ele. Mas, para aqueles que mantêm sob controle os empréstimos e dívidas, as penhoras podem substituir o cartão de crédito e seus altos juros.
A assistente administrativa Carmelita Valente, de São Paulo, hoje aposentada, penhorou anéis, colares, um pingente e brincos para ajudar a pagar as despesas do lar após a morte do marido, em 1992. Desde então, Carmelita nunca se tornou inadimplente. Mas não conseguiu recuperar os bens penhorados. Em vez disso, faz 22 anos que ela usa a penhora como linha de crédito.
Com base no valor de seus itens, a Caixa permite que ela tome emprestados até R$ 4 mil, mas raramente ela precisa de tanto. ”Juntei algum dinheiro meses atrás e quitei R$ 1.200. Mas, no mês passado, tomei emprestados R$ 600 para pagar por consertos na casa. Tudo depende de minhas necessidades do mês”, disse Carmelita. Atualmente, ela deve R$ 2.300,00.
A aposentada sabe que o melhor seria não tomar empréstimo nenhum. ”Minha filha sempre diz que estou apenas sustentando o banco”, conta ela. Mas, com a renda mensal, ela não consegue poupar para arcar com despesas inesperadas.
Tradução de Augusto Calil
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Afinal, foi a Copa que derrubou a economia?

Nos últimos quatro anos, o governo se esforçou em convencer os brasileiros que a Copa do Mundo ajudaria a impulsionar a economia, criando empregos, multiplicando os investimentos e atraindo um grande contingente de turistas para o país.

Repley Simples Finanças

Ruth Costas da BBC Brasil 
"O Mundial é uma oportunidade histórica para promovermos desenvolvimento socioeconômico no âmbito local e nacional", disse, por exemplo, Joel Benin, assessor para Grandes Eventos do Ministério dos Esportes, no início do ano. "Ele gerará 3,6 milhões de empregos, movimentará bilhões e deixará um legado importante na área econômica."

A divulgação dos resultados para o PIB confirmou que, como os analistas esperavam, o Brasil entrou em "recessão técnica" no primeiro semestre de 2014 - situação caracterizada por dois trimestres seguidos de crescimento negativo.Passado o evento, porém, consultorias econômicas, como a Tendências e a Capital Economics, fizeram seus cálculos e concluíram que o seu efeito geral sobre o PIB foi nulo ou insignificante. Mas poucas esperavam um impacto negativo.
Segundo dados do IBGE, o PIB do último trimestre recuou -0,6% na comparação com o trimestre anterior e -0,9% em relação ao mesmo período do ano passado.
Também houve uma revisão para baixo do resultado do primeiro trimestre, de um crescimento de 0,2% para uma queda de 0,2%.
Entre os fatores que puxaram o PIB para baixo estão a queda de 5,4% nos investimentos neste trimestre e a redução de 1,5% na produção da indústria. Também houve uma queda de 0,5% nos serviços e 0,7% nos gastos do governo.
Nesta sexta-feira, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, voltou a culpar a Copa do Mundo – e redução de dias úteis por causa do torneio – pelo baixo desempenho da economia. Mantega também citou o cenário internacional adverso e a seca como motivos para a redução do PIB no 2º trimestre.
Ele, entretanto, negou que o Brasil tenha entrada em recessão.
"Não dá para dizer [que o país esteja em recessão] (...) Não se deve falar em recessão no Brasil pois, para mim, recessão é quando se tem uma parada prolongada, de vários meses. Aqui estamos falando de um, no máximo dois [trimestres]. E recessão é quando se tem desemprego. O emprego continua crescendo e a massa salarial também. Não dá para dizer que a economia está parada. O mercado consumidor não está encolhendo", afirmou Mantega.
Mantega também atribuiu a desaceleração da atividade econômica ao aumento dos juros pelo Banco Central.
Mas a Copa foi a culpada pela queda do PIB no período? Se há consenso de que temos um problema no que diz respeito ao crescimento, o diagnóstico de suas causas está longe de ser uma unanimidade.
Além do Mundial, o governo também culpa o cenário externo desfavorável pela recessão.
Para analistas consultados pela BBC Brasil, as causas do desaquecimento são internas e a Copa até pode ter contribuído um pouco para a queda do PIB no primeiro trimestre ao paralisar alguns setores do comércio e serviços e ajudar a frear a indústria, mas definitivamente não está entre as principais causas da recessão.

'Cereja'

"O Mundial foi apenas a cereja do bolo", diz Alessandra Ribeiro, da Consultoria Tendências. 
"A indústria, por exemplo, já vinha reduzindo suas atividades em função de uma série de fatores ligados a más políticas, queda no consumo, expectativas negativas e problemas de competitividade. Quando começaram os jogos seu ritmo caiu de vez, mas o cenário não seria muito mais favorável sem o Mundial."
O economista Cláudio Considera, responsável pelo Monitor do PIB do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (IBRE/FGV) e Neil Shearing, da consultoria Capital Economics concordam.
"O impacto da Copa na economia como um todo – seja ele positivo ou negativo – deve ter sido pequeno.", diz Shearing. "É preciso lembrar que o torneio só ocorreu no final do segundo trimestre – e em abril e maio a performance da economia também foi fraca."
Para os analistas, há pelo menos três razões por trás do desaquecimento.
A principal delas seria o cenário de incertezas das eleições, que teria inibido ainda mais os investimentos em um momento em que eles já estavam fracos.
"O Brasil não está crescendo porque não está investindo", diz Considera.
"E nesse segundo trimestre houve uma queda ainda maior no nível dos investimentos em função das incertezas provocadas pelas eleições: os empresários tendem a não se arriscar e estão esperando para ver quais rumos a política econômica deve tomar."
Ribeiro, da Tendências, concorda.
"Há um descontentamento entre investidores e empresários sobre a política econômica do atual governo, uma percepção de que ela está desequilibrada", diz ela.
Entre os alvos das reclamações nessa área estariam o uso de artifícios como a represa de preços administrados para controlar a inflação, a suposta falta de controle sobre os gastos do Estado, e o que é visto pelos empresários como um excesso de intervencionismo estatal na economia.
"Na dúvida, os empresários estão esperando para investir. Querem ver que governo sairá das urnas antes de tomar qualquer decisão", opina Ribeiro.

Indústria

Uma segundo causa do desaquecimento seriam problemas experimentados pela indústria, que teriam derrubado sua competitividade.
A economista da Tendências cita, por exemplo, o fato de o custo médio dos salários ter aumentado 12,7% desde 2011, enquanto a produtividade do trabalho na indústria cresceu pouco mais de 2,6%.
"Com o tempo isso ajudou a minar sua capacidade de competir com importados e no exterior. Além disso, a indústria automobilística em especial está sendo prejudicada pela queda das exportações para a Argentina", diz.
Shearing menciona como um terceiro fator para o desaquecimento a queda geral dos níveis de consumo, que sustentaram o crescimento nos últimos anos.
"Esse é um dado recente: o consumo começou a cair, talvez em resposta ao aumento dos juros, após um período de boom no crédito e aumento no endividamento das famílias", afirma.
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W9! inicia pagamento parcial de funcionários e retoma indenização de formandos

Simples Finanças
Por: Diário Pernambuco


A partir desta quarta-feira (22), a empresa de eventos W9! retomará o ressarcimento aos formando que ficaram sem o serviço contratado. Primeiro, serão atendidas cinco classes pré-agendadas. As 33 turmas de formandos de 2014 têm prioridade na hora de receber. Além de compensar os contratos, a W9! iniciou, nesta segunda-feira (20), a entrega do adiantamento de R$ 1 mil em créditos trabalhistas aos funcionários, conforme acordado com a Procuradoria Regional do Trabalho, na última sexta-feira. Entre segunda e terça-feira, 29 funcionários já compareceram à sede da empresa para receber o dinheiro.

A empresa tem 152 contratos efetivos, dos quais 142 estão com entrega de documentação marcada, incluindo as cinco turmas já ressarcidas. Um levantamento inicial indicou um dívida de cerca de R$ 3 milhões. Para os formandos, é importante apresentar integralmente a documentação original e cópia para análise do processo.

A W9! ainda solicita que os representante das turmas dos anos passados que ainda não receberam os vídeos de formatura liguem para 9689.8506.
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Dataprev abre concurso com mais de 4 mil vagas e salários até R$ 6,3 mil

Simples Finanças
Por: Diário Pernambuco

A Empresa de Tecnologia e Informações da Previdência Social (Dataprev) abriu, nesta segunda-feira (20), um novo concurso público que visa preencher 4.016 vagas de cadastro reserva. Do total de chances, 10% são reservadas a candidatos com deficiência e 20% a candidatos negros ou pardos. Os salários vão de R$ 3.129,73 a R$ 6.395,39. 

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Haverá provas objetivas e discursivas no dia 14 de dezembro. Aprovados serão lotados nas 26 capitais estaduais e no Distrito Federal. Quem concluiu o nível médio pode disputar os postos de auxiliar de enfermagem do trabalho e técnico de segurança do trabalho. Graduados concorrerão aos cargos de engenheiro de segurança do trabalho, médico de segurança do trabalho, analista de processamento e analista de tecnologia da informação. 

Este último contém chances para profissionais das áreas de administração, advocacia, análise de informações, arquitetura, comunicação social, contabilidade, engenharia civil, engenharia elétrica, engenharia mecânica, finanças, entre outros.

Interessados podem se inscrever até o dia 17 de novembro por meio do site (http://www.quadrix.org.br/concursodataprev2014.aspx) da banca organizadora, o Instituto Quadrix de Tecnologia e Responsabilidade Social. As taxas de participação são de R$ 50 e R$ 80, para os níveis médio e superior, respectivamente. Além das etapas citadas, candidatos de nível superior passarão por avaliação de títulos. A seleção é válida por dois anos, podendo ser prorrogada por igual período.
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