Veja 15 pensamentos que diferem as pessoas ricas

Conheça as diferenças entre os pensamentos dos ricos e da maioria das pessoas


InfoMoney

Quem tem muito dinheiro pensa e age de maneira diferente da maioria da população. Ao menos, esta é a opinião do autor do livro “Como pessoas ricas pensam”, Steve Siebold, que relatou ao site Business Insider as diferenças nas atitudes dos ricos.

Veja 15 desses pensamentos:


1- Egoísmo é uma virtude, sabia?
A maioria das pessoas sente necessidade de salvar o mundo e colocar os outros antes de si mesmo. Já as pessoas ricas acreditam que se não se ajudarem primeiro, não poderão ajudar ninguém.

2- Não fique esperando; agir é a chave do sucesso
Você não vai ver uma pessoa rica na fila para jogar na loteria (mesmo antes de ser rica). Grande parte das pessoas está sempre à espera de alguém para ajudá-los a ficar rico, seja a loteria, o Governo, um amigo ou o cônjuge, mas isso só os mantém pobres. As pessoas ricas agem e gastam tempo resolvendo problemas.

3- Valorize o diferencial
As pessoas acreditam que o caminho para a riqueza é por meio da educação, fazendo mestrado e doutorado. As pessoas ricas são geralmente ricas, porque elas fizeram dinheiro vendendo um conhecimento específico que adquiriram.

4-Sonhe com o futuro
As pessoas ricas gastam muito tempo olhando para o futuro, estabelecendo metas e ansiosas pelo o que vem pela frente. A maioria das pessoas vive no passado e ficam infelizes ou deprimidas.

5- Pense em dinheiro de forma lógica
As pessoas normalmente caem na armadilha de pensar sobre dinheiro emocionalmente, apenas querendo se aposentar confortavelmente. No entanto, as pessoas ricas mantêm uma relação lógica com o dinheiro, vendo-o como uma ferramenta que representa opções e oportunidades.

6- Siga a sua paixão
Oprah Winfrey disse que você tem que seguir a sua paixão e fazer o que você ama. As pessoas ricas encontram uma maneira de serem pagas para fazer algo que amam. A maioria das pessoas ganha dinheiro fazendo coisas das quais não gostam.

7- Sonhe alto
As pessoas definem expectativas baixas para evitar decepções, já quem é rico cria expectativas enormes e segue seus sonhos.

8- É preciso ser alguém
A maioria das pessoas acredita que você tem de fazer alguma coisa para ser rico e focar em resultados imediatos. Pessoas ricas se concentram em melhorar continuamente a si mesmas e aprendem com sucessos e fracassos.

9- O dinheiro dos outros é bem-vindo
As pessoas acreditam que precisam de seu próprio dinheiro para fazer dinheiro, enquanto as pessoas ricas não vêem nenhum problema em usar o dinheiro de outras pessoas.

10- Viva conforme seus meios
Os ricos adotam a atitude de viver de acordo com seus meios; enquanto parte das pessoas vive acima das suas possibilidades.

11- Ensine seus filhos como serem ricos
A maioria das pessoas ensina a seus filhos como sobreviver, enquanto os ricos ensinam seus filhos desde cedo sobre o mundo dos ricos e pobres.

12- Não deixo o dinheiro te estressar
Os ricos encontram paz de espírito na riqueza e não têm medo de admitir que o dinheiro pode resolver a maioria dos problemas, o que lhes permite ganhar mais dinheiro. Já a maioria das pessoas vê o dinheiro como uma batalha e um mal necessário que eles têm de suportar.

13- Educação ou entretenimento? Eles ficam com o primeiro
As pessoas fazem o oposto, elas lêem romances, tablóides e entretenimento em vez de continuar se educando depois da escola.

14- Os ricos se cercam de pessoas que pensam como eles
As pessoas ricas convivem com pessoas que têm as mesmas ideias e condenam atitudes de tristeza e melancolia, o que aumenta a fama de esnobes.

15- Concentre-se em ganhar
As pessoas se concentram em poupar e perdem grandes oportunidades tentando viver frugalmente. Já as pessoas ricas constantemente focam em grandes quadros e em como ganhar grandes quantias.
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Geladeira que envia lista de compras para o celular custa R$ 5.399

Central inteligente coordena os itens da geladeira, avisando até quando os alimentos vão vencer


InfoMoney

A Brastemp acaba de lançar uma geladeira que envia a lista de compras para o celular por meio de QR code. O item chega para os consumidores com o preço sugerido de R$ 5.399.
O modelo Brastemp Inverse BRV80 - com freezer embaixo e geladeira em cima, também gerencia os alimentos e avisa ao consumidor quando eles vencerão. Além disso, ela também pode salvar as listas de compras mais usadas.

A lista de compras compartilhada por QR code pode ser compartilhada e alterada em tempo real.


Tecnológica
Em sua central inteligente, a geladeira também abriga um guia rápido digital, onde pode ser inserido na tela digital localizada na porta do refrigerador, calendário, timer, imãs digitais para colocar telefones úteis e espaço para recados.

Além disso, o consumidor poderá usar fotos ou outras imagens como slide show ou fundo de tela. As imagens podem ser inseridas na tela do refrigerador por meio de uma entrada USB.
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Como melhorar as finanças pessoais?

Em entrevista ao Administradores.com, o educador financeiro Mauro Calil relata como usufruir o dinheiro no presente sem deixar de pensar no futuro


Administradores.com

Dizem que dinheiro não traz felicidade, no entanto, a falta dele pode trazer bastante dor de cabeça e apreensão nas pessoas. Por isso, quando o assunto é finanças pessoais, não faltam dilemas sobre as melhores formas de fazê-lo render durante o mês e guardá-lo para o futuro.
O Administradores.com conversou com o professor e educador financeiro Mauro Calil, autor do livro "Separe uma verba para ser feliz", publicado pela Editora Gente, para saber quais os caminhos para balancear as finanças e juntar mais para o futuro.

Uma das primeiras lições que destacam quando o assunto é educação financeira é de anotar todos os gastos da pessoa em uma agenda. Essa premissa ainda é válida? Só ela resolve?

As anotações têm múltiplas funções. A do controle é óbvia, mas também a disciplina e a posterior organização e análise dos gastos e das receitas trarão muitos benefícios. Portanto, sim, anotar e aprender com as anotações é válido e por si só trarão benefícios não experimentados por quem não tem esta prática.

É possível poupar dinheiro para o futuro e aproveitar bem o hoje?

É super possível. Este é o tema central do livro "Separe uma verba para ser feliz'. O pulo do gato reside nas técnicas de salvar dinheiro sem abdicar do bom padrão de vida. Quem domina o assunto tem boa vida e ainda constrói um futuro maravilhoso.

Imagem: Reprodução

Nisso, você desenvolveu o método de educação financeira chamado FAST. Como exatamente ele funciona?

FAST, que em inglês quer dizer rápido, é a sigla para fazer, antever, salvar e turbinar. Tudo isso em relação ao dinheiro. No livro mostro como é possível e fácil fazer mais dinheiro, como antever o que acontecerá com seu dinheiro antes que de fato aconteça, como salvar dinheiro que é muito diferente de economizar e como turbinar seus rendimentos com aplicações financeiras diferenciadas e seguras, algo de pouco conhecimento do público em geral.

Pegar um empréstimo nunca foi tão fácil. As linhas de crédito estão cada vez mais facilitadas. No entanto, sabemos ainda que o Brasil possui um dos índices mais elevados de juros no mundo. Sabendo disso, quais tipos de empréstimos você recomendaria e quais devemos evitar?

Sempre devemos evitar tomar dinheiro emprestado. O mundo das finanças é dividido em dois lados: o lado de quem recebe juros e o lado de quem paga juros. Estar do lado certo fará com que você enriqueça.

Sobre investimento. O que você nota atualmente como boas saídas para investir?

Sair da caderneta de poupança já é um bom passo a ser tomado. Sair da agência bancária e procurar uma corretora é um segundo passo. As melhores oportunidades de investimento estão na grande rede do varejo bancário, por isso, invista em educação financeira, faça cursos e aprenda o que é melhor para você. Responda a três perguntas antes de investir Qual o montante? Qual o prazo? Qual o objetivo do investimento?De posse das repostas um bom produto financeiro aparecerá à sua frente.

Para encerrar, quais dicas você deixaria daria para manter um equilíbrio financeiro?

Separe uma verba para ser feliz. Ser feliz hoje, amanhã e sempre.
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Medo do desemprego atinge maior nível desde 1999, aponta pesquisa

Índice de medo do Desemprego cresceu 5,4% na comparação com março. Pesquisa da CNI ouviu 2.002 pessoas em 141 municípios.



Do G1, em São Paulo

O medo do brasileiro de perder o emprego atingiu em junho o maior patamar desde setembro de 1999, segundo pesquisa divulgada nesta sexta-feira (3) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).

O Índice de Medo do Desemprego passou de 98,8 pontos em março para 104,1 pontos em junho, o que representa crescimento de 5,4%.

"O índice se encontra no terceiro patamar mais alto de sua série histórica, superado apenas pelos valores mensurados em julho e setembro de 1999", destacou a CNI.
O novo crescimento do medo do desemprego ocorre após uma alta de 32,1% na pesquisa anterior, realizada em março, indicando que as expectativas da população em relação ao mercado de trabalho continuam se deteriorando.

A pesquisa ouviu 2.002 pessoas em 141 municípios entre 18 e 21 de junho de 2015.

Já o Índice de Satisfação com a Vida apresentou leve recuperação, passando de 94,7 pontos em março para 95,6 em junho, um crescimento de 1%. Segundo a CNI, esse crescimento não reverte a retração do indicador, que acumula queda de 7,3% em relação a junho de 2014.
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‘Juros do Brasil fazem agiota americano sentir vergonha’, diz NYT


Sucesso das lojas de penhores é sinal de que a orgia de endividamento dos consumidores do País está chegando ao limite

Do Estadão
Por Simples Finanças

Dan Horch
THE NEW YORK TIMES
A aposentada Carmelita Valente aguarda avaliação de suas jóias na agência de penhores da CEF: alternatica aos juros altos (NYT)
A aposentada Carmelita Valente aguarda avaliação de suas jóias na CEF: alternativa aos juros altos (NYT)
Os juros praticados no Brasil fariam um agiota americano sentir vergonha. Os cartões de crédito cobram mais de 240% ao ano. Empréstimos bancários ultrapassam os 100%. Para um número cada vez maior de consumidores que precisam de dinheiro, a loja de penhores é a melhor opção.
Quando a dona de casa Ângela Pereira, de São Paulo, precisou de dinheiro extra para comprar o material escolar da filha, ela penhorou uma corrente de ouro para receber R$ 530. Ajustando para a alta inflação do país, ela pagará juros de apenas cerca de 19%, um pouco mais do que o americano comum costuma pagar no cartão de crédito. ”É acessível e barato”, disse ela.
O crescente sucesso das lojas de penhores é o mais recente sinal de que a orgia de endividamento dos consumidores do país pode estar chegando ao limite.
O inchaço da classe média brasileira – e dos seus hábitos de consumo – ajudou a alimentar a economia em geral durante anos. Mas o crescimento está desacelerando, e os consumidores lutam para pagar suas contas.
A economia enfraquecida foi um ponto inflamável na recente eleição, vencida por pequena margem pela atual presidente Dilma Rousseff no segundo turno.
O banco central elevou os juros novamente, na tentativa de combater a inflação. Mas isso pode pesar no crescimento e complicar ainda mais o panorama do endividamento do consumidor.
Embora ainda representem uma parcela relativamente pequena do setor de crédito, as lojas de penhores têm prosperado, mesmo num momento em que outros tipos de empréstimo parecem pouco atrativos. Alguns brasileiros, mesmo aqueles firmemente instalados na classe média, estão usando as lojas de penhores para quitar as dívidas do cartão de crédito, cobrir despesas inesperadas ou simplesmente acessar uma linha de crédito mais barata.
O funcionário da CEF José Becker busca peças para devolver ao proprietário (Foto: NYT)
O funcionário da CEF José Becker busca peças para devolver ao proprietário (Foto: NYT)
Getúlio. Diferentemente do que ocorre nos Estados Unidos, as lojas de penhores brasileiras são regulamentadas no nível nacional. Em vez de atuarem independentemente e definirem seus próprios juros e regras, as lojas de penhores são operadas pela Caixa Econômica Federal, de propriedade do governo.
A rigorosa supervisão é legado da presidência de Getúlio Vargas, que tomou o poder nos anos 1930 durante um golpe militar e demonstrava simpatia pelo fascismo europeu. Mas ele também apresentou reformas progressistas, incluindo a jornada de trabalho de 8 horas diárias. Como parte de sua tentativa de baixar os juros, ele aboliu as lojas de penhores particulares em 1934, conferindo o monopólio do setor à Caixa.
Como ocorre com qualquer outro banco, as agências da Caixa têm fileiras de caixas eletrônicos; atendentes para a abertura de contas, solicitações de crédito e hipotecas; e caixas que recebem depósitos e fazem saques. Mas, em 463 das agências da Caixa, há uma fileira de caixas com balanças e ferramentas de joalheiro para pesar e testar metais preciosos, joias e relógios de luxo.
Após a inspeção, o caixa oferece um empréstimo imediatamente, em geral com valor equivalente a 85% do item penhorado. O caixa não faz perguntas sobre o emprego, a renda ou o histórico de crédito do solicitante – basta nome, endereço e cadastro de pessoa física.
O superintendente nacional da Caixa para finanças do consumidor, João Régis Magalhães, disse ser apenas lógico que as lojas de penhores oferecessem juros mais baixos do que outros tipos de crédito: “a operação é simples, incorrendo em poucos custos, e o risco é muito baixo, porque temos uma garantia de retorno do dinheiro”.
O crescimento do crédito oferecido pelas lojas de penhores segue em certos aspectos o boom geral no endividamento dos lares. De junho de 2004 a junho de 2014, o crédito ao consumidor brasileiro aumentou 658%, chegando a US$ 297 bilhões, de acordo com a Associação Nacional de Executivos das Finanças, Administração e Contabilidade. O portfólio de empréstimos oferecidos por penhoras pela Caixa mais do que dobrou nos quatro anos mais recentes, chegando a US$ 670 milhões, com 1,3 milhão de empréstimos em aberto.
As consequências negativas da orgia de crédito foram mais dolorosas em outros tipos de empréstimo. O Banco Central informa que 6,7% dos empréstimos bancários pessoais e 26,3% das contas de cartão de crédito estão em situação de inadimplência. Em comparação, a Caixa disse que apenas 0,6% dos clientes que penhoraram seus bens deixaram de pagar em dia.
Enquanto outras formas de crédito tiveram desaceleração, os empréstimos por penhora continuam a crescer rapidamente. A Caixa planeja dobrar o número de agências que oferecem esse tipo de empréstimo até o final de 2015.
Marianne Hanson, economista da Confederação Nacional do Comércio, disse que muitos lares de baixa renda para os quais o crédito era uma novidade anos atrás “estão agora aprendendo como funcionam os juros e, com isso, procuram a alternativa mais barata”.
O crédito que exige alguma forma de garantia colateral, como a penhora, se encaixa nessa descrição, disse ela. E até os lares de classe média estão procurando as lojas de penhores para romper o ciclo do endividamento.
No início da década, a coordenadora de eventos Arianna França, que trabalha para o judiciário do Estado de São Paulo, enfrentou uma emergência médica. O seguro de saúde do pai não cobriu todos os procedimentos necessários para tratar do câncer dele.
Como servidora civil, Arianna tinha a opção de recorrer ao chamado crédito consignado. Nos empréstimos desse tipo, o empregador do devedor desconta automaticamente do salário a quantia devida a cada mês, e os juros são semelhante aos de uma penhora.
Mas, como muitos outros servidores civis e pensionistas, Arianne já estava gastando mais de 30% da renda no pagamento de empréstimos consignados – o limite permitido pela lei.
“Há tanto crédito disponível que a pessoa simplesmente compra mais e mais. Isso pode se tornar um problema”, disse ela.
Seus cartões de crédito também chegaram rapidamente ao limite. Com frequência, o pagamento mínimo mensal exigido para os cartões de crédito no Brasil não basta para impedir que a dívida aumente.
Assim, dois anos atrás, ela penhorou as joias e conseguiu R$ 40 mil para pagar os cartões de crédito. Os juros são baixos o bastante para que ela possa pagar o principal da dívida, e as joias devem voltar ao seu poder no ano que vem.
Embora possam proporcionar recursos muito necessários, as penhoras também trazem riscos.
Funcionária da CEF em São Paulo examina corrente de cliente (Foto: NYT)
Funcionária da CEF em São Paulo examina corrente de cliente (Foto: NYT)
Vício. Faz anos que a terapeuta holística Valéria Ferraz, de São Paulo, penhora as joias para ajudar a pagar as contas quando os negócios vão mal, recuperando-as quando os clientes retornam.
“A dinâmica se torna viciante”, disse ela. “É tão fácil obter dinheiro extra que às vezes faço isso mesmo sem precisar de verdade.” Valéria admitiu ter perdido um anel de ouro com diamantes certa vez por não ter pago em dia os juros da penhora.
Quando um cliente se torna inadimplente, a Caixa exibe o item penhorado em sua página da internet. Os interessados podem dar lances usando os caixas eletrônicos do banco. Se o valor captado no leilão for superior à dívida do cliente, este recebe a diferença.
Mas, como a Caixa avalia as joias apenas com base na matéria prima, sem levar em consideração o trabalho de ourivesaria, o preço de leilão raramente reflete o verdadeiro valor das peças.
O presidente da Associação Brasileira de Educadores Financeiros, Reinaldo Domingos, disse que as lojas de penhoras podem ser menos caras que outras opções, mas não são baratas.
“Para muitos, a bola de neve não para de crescer”, disse ele. Mas, para aqueles que mantêm sob controle os empréstimos e dívidas, as penhoras podem substituir o cartão de crédito e seus altos juros.
A assistente administrativa Carmelita Valente, de São Paulo, hoje aposentada, penhorou anéis, colares, um pingente e brincos para ajudar a pagar as despesas do lar após a morte do marido, em 1992. Desde então, Carmelita nunca se tornou inadimplente. Mas não conseguiu recuperar os bens penhorados. Em vez disso, faz 22 anos que ela usa a penhora como linha de crédito.
Com base no valor de seus itens, a Caixa permite que ela tome emprestados até R$ 4 mil, mas raramente ela precisa de tanto. ”Juntei algum dinheiro meses atrás e quitei R$ 1.200. Mas, no mês passado, tomei emprestados R$ 600 para pagar por consertos na casa. Tudo depende de minhas necessidades do mês”, disse Carmelita. Atualmente, ela deve R$ 2.300,00.
A aposentada sabe que o melhor seria não tomar empréstimo nenhum. ”Minha filha sempre diz que estou apenas sustentando o banco”, conta ela. Mas, com a renda mensal, ela não consegue poupar para arcar com despesas inesperadas.
Tradução de Augusto Calil
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Afinal, foi a Copa que derrubou a economia?

Nos últimos quatro anos, o governo se esforçou em convencer os brasileiros que a Copa do Mundo ajudaria a impulsionar a economia, criando empregos, multiplicando os investimentos e atraindo um grande contingente de turistas para o país.

Repley Simples Finanças

Ruth Costas da BBC Brasil 
"O Mundial é uma oportunidade histórica para promovermos desenvolvimento socioeconômico no âmbito local e nacional", disse, por exemplo, Joel Benin, assessor para Grandes Eventos do Ministério dos Esportes, no início do ano. "Ele gerará 3,6 milhões de empregos, movimentará bilhões e deixará um legado importante na área econômica."

A divulgação dos resultados para o PIB confirmou que, como os analistas esperavam, o Brasil entrou em "recessão técnica" no primeiro semestre de 2014 - situação caracterizada por dois trimestres seguidos de crescimento negativo.Passado o evento, porém, consultorias econômicas, como a Tendências e a Capital Economics, fizeram seus cálculos e concluíram que o seu efeito geral sobre o PIB foi nulo ou insignificante. Mas poucas esperavam um impacto negativo.
Segundo dados do IBGE, o PIB do último trimestre recuou -0,6% na comparação com o trimestre anterior e -0,9% em relação ao mesmo período do ano passado.
Também houve uma revisão para baixo do resultado do primeiro trimestre, de um crescimento de 0,2% para uma queda de 0,2%.
Entre os fatores que puxaram o PIB para baixo estão a queda de 5,4% nos investimentos neste trimestre e a redução de 1,5% na produção da indústria. Também houve uma queda de 0,5% nos serviços e 0,7% nos gastos do governo.
Nesta sexta-feira, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, voltou a culpar a Copa do Mundo – e redução de dias úteis por causa do torneio – pelo baixo desempenho da economia. Mantega também citou o cenário internacional adverso e a seca como motivos para a redução do PIB no 2º trimestre.
Ele, entretanto, negou que o Brasil tenha entrada em recessão.
"Não dá para dizer [que o país esteja em recessão] (...) Não se deve falar em recessão no Brasil pois, para mim, recessão é quando se tem uma parada prolongada, de vários meses. Aqui estamos falando de um, no máximo dois [trimestres]. E recessão é quando se tem desemprego. O emprego continua crescendo e a massa salarial também. Não dá para dizer que a economia está parada. O mercado consumidor não está encolhendo", afirmou Mantega.
Mantega também atribuiu a desaceleração da atividade econômica ao aumento dos juros pelo Banco Central.
Mas a Copa foi a culpada pela queda do PIB no período? Se há consenso de que temos um problema no que diz respeito ao crescimento, o diagnóstico de suas causas está longe de ser uma unanimidade.
Além do Mundial, o governo também culpa o cenário externo desfavorável pela recessão.
Para analistas consultados pela BBC Brasil, as causas do desaquecimento são internas e a Copa até pode ter contribuído um pouco para a queda do PIB no primeiro trimestre ao paralisar alguns setores do comércio e serviços e ajudar a frear a indústria, mas definitivamente não está entre as principais causas da recessão.

'Cereja'

"O Mundial foi apenas a cereja do bolo", diz Alessandra Ribeiro, da Consultoria Tendências. 
"A indústria, por exemplo, já vinha reduzindo suas atividades em função de uma série de fatores ligados a más políticas, queda no consumo, expectativas negativas e problemas de competitividade. Quando começaram os jogos seu ritmo caiu de vez, mas o cenário não seria muito mais favorável sem o Mundial."
O economista Cláudio Considera, responsável pelo Monitor do PIB do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (IBRE/FGV) e Neil Shearing, da consultoria Capital Economics concordam.
"O impacto da Copa na economia como um todo – seja ele positivo ou negativo – deve ter sido pequeno.", diz Shearing. "É preciso lembrar que o torneio só ocorreu no final do segundo trimestre – e em abril e maio a performance da economia também foi fraca."
Para os analistas, há pelo menos três razões por trás do desaquecimento.
A principal delas seria o cenário de incertezas das eleições, que teria inibido ainda mais os investimentos em um momento em que eles já estavam fracos.
"O Brasil não está crescendo porque não está investindo", diz Considera.
"E nesse segundo trimestre houve uma queda ainda maior no nível dos investimentos em função das incertezas provocadas pelas eleições: os empresários tendem a não se arriscar e estão esperando para ver quais rumos a política econômica deve tomar."
Ribeiro, da Tendências, concorda.
"Há um descontentamento entre investidores e empresários sobre a política econômica do atual governo, uma percepção de que ela está desequilibrada", diz ela.
Entre os alvos das reclamações nessa área estariam o uso de artifícios como a represa de preços administrados para controlar a inflação, a suposta falta de controle sobre os gastos do Estado, e o que é visto pelos empresários como um excesso de intervencionismo estatal na economia.
"Na dúvida, os empresários estão esperando para investir. Querem ver que governo sairá das urnas antes de tomar qualquer decisão", opina Ribeiro.

Indústria

Uma segundo causa do desaquecimento seriam problemas experimentados pela indústria, que teriam derrubado sua competitividade.
A economista da Tendências cita, por exemplo, o fato de o custo médio dos salários ter aumentado 12,7% desde 2011, enquanto a produtividade do trabalho na indústria cresceu pouco mais de 2,6%.
"Com o tempo isso ajudou a minar sua capacidade de competir com importados e no exterior. Além disso, a indústria automobilística em especial está sendo prejudicada pela queda das exportações para a Argentina", diz.
Shearing menciona como um terceiro fator para o desaquecimento a queda geral dos níveis de consumo, que sustentaram o crescimento nos últimos anos.
"Esse é um dado recente: o consumo começou a cair, talvez em resposta ao aumento dos juros, após um período de boom no crédito e aumento no endividamento das famílias", afirma.
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W9! inicia pagamento parcial de funcionários e retoma indenização de formandos

Simples Finanças
Por: Diário Pernambuco


A partir desta quarta-feira (22), a empresa de eventos W9! retomará o ressarcimento aos formando que ficaram sem o serviço contratado. Primeiro, serão atendidas cinco classes pré-agendadas. As 33 turmas de formandos de 2014 têm prioridade na hora de receber. Além de compensar os contratos, a W9! iniciou, nesta segunda-feira (20), a entrega do adiantamento de R$ 1 mil em créditos trabalhistas aos funcionários, conforme acordado com a Procuradoria Regional do Trabalho, na última sexta-feira. Entre segunda e terça-feira, 29 funcionários já compareceram à sede da empresa para receber o dinheiro.

A empresa tem 152 contratos efetivos, dos quais 142 estão com entrega de documentação marcada, incluindo as cinco turmas já ressarcidas. Um levantamento inicial indicou um dívida de cerca de R$ 3 milhões. Para os formandos, é importante apresentar integralmente a documentação original e cópia para análise do processo.

A W9! ainda solicita que os representante das turmas dos anos passados que ainda não receberam os vídeos de formatura liguem para 9689.8506.
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Dataprev abre concurso com mais de 4 mil vagas e salários até R$ 6,3 mil

Simples Finanças
Por: Diário Pernambuco

A Empresa de Tecnologia e Informações da Previdência Social (Dataprev) abriu, nesta segunda-feira (20), um novo concurso público que visa preencher 4.016 vagas de cadastro reserva. Do total de chances, 10% são reservadas a candidatos com deficiência e 20% a candidatos negros ou pardos. Os salários vão de R$ 3.129,73 a R$ 6.395,39. 

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Haverá provas objetivas e discursivas no dia 14 de dezembro. Aprovados serão lotados nas 26 capitais estaduais e no Distrito Federal. Quem concluiu o nível médio pode disputar os postos de auxiliar de enfermagem do trabalho e técnico de segurança do trabalho. Graduados concorrerão aos cargos de engenheiro de segurança do trabalho, médico de segurança do trabalho, analista de processamento e analista de tecnologia da informação. 

Este último contém chances para profissionais das áreas de administração, advocacia, análise de informações, arquitetura, comunicação social, contabilidade, engenharia civil, engenharia elétrica, engenharia mecânica, finanças, entre outros.

Interessados podem se inscrever até o dia 17 de novembro por meio do site (http://www.quadrix.org.br/concursodataprev2014.aspx) da banca organizadora, o Instituto Quadrix de Tecnologia e Responsabilidade Social. As taxas de participação são de R$ 50 e R$ 80, para os níveis médio e superior, respectivamente. Além das etapas citadas, candidatos de nível superior passarão por avaliação de títulos. A seleção é válida por dois anos, podendo ser prorrogada por igual período.
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