5 dicas para sobrar dinheiro ao fim do mês

Ter dinheiro de sobra ao fim do mês não é um desafio fácil, ainda mais em tempos de inflação alta e recessão econômica. Mas é justamente pensando nesses dias difíceis que precisamos pensar em alternativas para sobrar alguma grana na carteira ao fim de cada mês.

Tempos de turbulência são passageiros, assim como tudo na vida, essa fase ruim pode até assustar, mas certamente não irá durar para sempre. Em todo caso, alguns sacrifícios feitos agora podem levar a uma revisão de comportamento e a redução de hábitos consumistas.
Supérfluos no supermercado
Na hora de fazer as compras, sempre acabam entrando produtos no carrinho que não estavam na lista. Em tempos de crise, esses penetras acabam pesando no orçamento. Pode ser uma bandeja de frios a mais que acaba desperdiçada, ou mesmo uma quantidade maior de frutas do que você tem intenção de comer. Além de outros produtos que não fazem parte das suas necessidades essenciais e que podem ser cortados, mesmo que temporariamente.
Fuja das vitrines e lojas virtuais
Quem acompanha o Finanças Femininas sabe que nossas colunistas Van Duarte e Julia (Economoda) sempre dão dicas ótimas de como economizar com moda, principalmente indicando formas de fazer uma releitura daquilo que você tem em seu armário. Se o seu objetivo é fazer sobrar mais dinheiro ao fim do mês, trate de ignorar os anúncios em promoção e passe a comprar somente o que você realmente precisa. Afinal, uma sapatilha de R$ 30 não fica mais tão barata quanto parece quando você a leva para casa e percebe que tem outra praticamente igual. A questão não é o produto com valor em conta, você precisa avaliar a real necessidade de comprar aquilo.

Avalie os serviços que estão sendo pouco utilizados

Quando contratamos um serviço e contamos com ele durante muito tempo, é comum deixarmos de perceber o impacto que eles têm em nosso orçamento. Então, quando você for revisar o seu para saber onde está gastando mais e o que pode ser cortado, veja se os serviços que você contratou estão de acordo com sua real necessidade. Vale para TV por assinatura, pacote de celular e internet, entre outros. Você não precisa cortar tudo, mas pode avaliar a possibilidade de contratar um pacote mais barato e que também atenda suas necessidades.

Lazer mais barato

Deixar de sair e aproveitar a vida é um conselho que não pode ser dado. Afinal, trabalhamos muito, nos dedicamos às nossas carreira e merecemos ter o nosso momento de descanso. Mas da mesma forma que você corta gastos de suas despesas cotidianas, é preciso fazer o mesmo com o lazer. Se você precisa ter mais dinheiro na conta ao fim do mês, procure opções mais baratas para seu lazer. Reunir os amigos em casa para um happy hour ou a família para um churrasco de domingo – com todos os envolvidos rachando os custos – sai mais barato do que fazer isso em bares ou restaurantes.
Fique de olho também na programação cultural da cidade, sempre existem opções de shows, exposições e festivais gratuitos ou com baixo custo.
Reduza o consumo em casa

Essas dicas valem não só para o seu bolso, mas também para uma rotina mais sustentável. Há algum tempo, falamos aqui sobre aplicativos para economizar água e energia elétrica. Em tempos de contas com tarifas reajustadas e orçamento apertado, todo tipo de economia caseira é valiosa. Desligue os aparelhos das tomadas, diminua o tempo do banho, não deixe luzes acesas sem necessidade, não utilize a máquina de lavar quando tiver pouca roupa, enfim, existem uma série de cortes que você pode fazer para reduzir o valor de suas contas.              

De: financasfemininas.uol.com.br/       
Leia Mais ››

10 razões para investir na sua carreira e ser mais feliz


Ter uma existência gratificante dá trabalho: estude, desenvolva seus talentos, objetivos, planos, habilidades profissionais, conhecimentos e deixe sua marca pessoal no mundo


Não investir em si mesmo é como flutuar em um rio rápido sem um remo ou mapa, ou conhecimento do que espera você na próxima curva. As coisas podem ir bem por um tempo, mas, em algum momento, você vai perceber que cometeu um equívoco. E dependendo do tipo de carreira, um equívoco em determinado ponto pode se tornar um erro gigantesco.
Para evitar imprevistos, você precisa fazer um investimento pró-ativo e reflexivo em um plano para alcançar metas para a sua carreira – e, é claro, para a sua própria vida. Do contrário, o dia a dia o incontrolado da profissão vai acabar levando você sem rumo, deixando de se concentrar sobre o que necessita e o que deseja para si mesmo. O resultado disso e a insatisfação permanente, para não dizer que estará desperdiçando um tempo precioso de sua existência em vão.
Assim, é preciso saber planejar e investir na carreira, para que seu crescimento seja constante e você alcance os frutos merecidos de seu trabalho. Aqui estão 10 razões publicadas pela revista Forbes para que você entenda o quanto é importante investir em sua carreira.
1. O melhor investimento que você pode fazer é em você mesmo
O retorno sobre o investimento na carreira e o fato de melhorar a si mesmo é astronomicamente maior do que qualquer outra aplicação financeira que você pode fazer. Além de proteger-se do desemprego, e usufruir do crescimento pessoal e do sucesso profissional, aumentam também as oportunidades de trabalho e o seu poder pessoal, pois a simpatia que advém do sucesso só atrai mais possibilidades de fazer amigos, fechar negócios e trabalhar com mais satisfação.
2. Você é o chefe da Você Ltda.
Se você é o seu chefe, ou seja, é o dono da Você Ltda. e é quem tem nas mãos a direção de sua carreira; então, o seu trabalho deve ser direcionado para garantir que você não perca de vista os seus próprios interesses e as oportunidades de sua área. O seu trabalho é voltado para alimentar o seu crescimento e sua prosperidade. É muito importante planejar com cuidado as ações que estão alinhadas fielmente à sua missão, que é investir de forma consistente na execução de seus projetos.
3. Valorize a si mesmo
Elabore dois balanços para você. No primeiro, a lista de seus ativos e passivos financeiros. No segundo, a lista de suas habilidades, ideias, conhecimentos, habilidades, redes de contatos pessoais, paixão e capacidade de fazer as coisas acontecerem. Invista em sua segunda lista: é ela que vai aumentar o seu patrimônio pessoal e é assim que você vai aumentar os ativos da sua primeira lista.
4. Você pode se tornar grande
Você é capaz de crescer e aprimorar ainda mais sua carreira, de modo a ser bem-sucedido e contente com quem é e o que faz. A maioria de nós se contenta com sobras, usando apenas uma fração das suas capacidades. Isto é trágico. Perceber sua grandeza através da identificação de seus talentos é investir em seu potencial.
5. Você pode atingir seus objetivos
Sua carreira e objetivos de vida são muito importantes para serem apenas sonhos e desejos. Uma carreira mal-administrada pode atrapalhar seus objetivos de vida. Investir em si mesmo aumenta drasticamente a probabilidade de alcançar os seus objetivos e é uma verdadeira demonstração de seu compromisso de atingi-los.
6. Você cria seu próprio futuro
Sua carreira é moldável conforme você vai alcançando suas metas. Investir em si mesmo lhe fornece clareza, poder e ferramentas para criar seu próprio futuro e tomar o caminho mais curto até seus objetivos. Às vezes, investir significa assumir um risco, mas esse é o preço de entrada para o sucesso e a felicidade.
7. O mundo é um lugar complexo: peça ajuda
Você precisa entender que não é possível saber tudo o que precisa, nem fazer tudo o que precisa fazer sozinho. Não se pode atingir o seu melhor sem ajuda de alguém. Encontre e invista em quem pode ensiná-lo, mostrar-lhe o caminho e ajudá-lo a atingir seus objetivos.
8. A vida é curta demais para a mediocridade 
Você não pode se dar ao luxo de ser medíocre. Saiba em que você não é bom e trabalhe isso com inteligência: faça um curso de aperfeiçoamento ou terceirize as suas áreas fracas para alguém que possa fazê-las melhor. Determine em que exatamente o seu desempenho é mais fraco ou medíocre e peça ajuda.
9. Pense em seu leito de morte 
A expressão “o que você vai pensar em seu leito de morte” é amarga, sim, mas a escutamos muitas vezes em nossa vida e isso demonstra a importância desse instante final, de balanço do que se fez e do que se deixou de fazer. A passagem do tempo vai lhe fornecer uma perspectiva que você não tem agora. Um dia, porém, você vai olhar para trás e medir os seus problemas, os fracassos e também os sucessos. Seu foco será o de um grande panorama: o tipo de vida que você levou, as oportunidades que teve de prosseguir um caminho promissor que depois abandonou, o quanto você foi feliz e o legado que deixou para a sua existência. Investir em si mesmo é, por isso, crucial para lhe dar a coragem e determinação para ser feliz e fazer suas próprias coisas, e ter pouco para se arrepender na velhice.
10. Sua vida é apenas sua 
Ninguém vai fazer por você o que precisa ser feito para a sua vida e a sua carreira. Enfrente a realidade: no que se refere a construir a própria vida, estamos sozinhos nessa. É possível que haja ajuda de amigos, pais, familiares, seja para ajudá-lo a comprar uma casa ou um carro, mas a sua vida e a sua profissão é você quem faz. E ninguém tem tanto a ganhar ou perder nestes dois caminhos como você. Assim, invista o máximo possível para desenvolver-se e atingir o que traçou como meta de vida. Ter uma existência gratificante dá trabalho. Insista: estude, desenvolva seus talentos, objetivos, planos, habilidades profissionais, conhecimento, habilidades e sua marca pessoal. Faça por você mesmo, lendo livros ou realizando uma especialização. Ou então contrate especialistas para fazer ajudá-lo a pensar, planejar, autoavaliar-se, ajudá-lo a criar metas. A regra é treinamento constante, de forma proativa, sem esquecer também de investir no marketing de si mesmo.
FONTE: revista.penseempregos.com.br
Leia Mais ››

Antes de levantar crédito, planeje-se!

Finanças Pessoais

Crédito é um produto como outro qualquer, sua contratação deve ser analisada da mesma forma com que você planeja a compra de um bem

De: InfoMoney

Poucas pessoas associam a palavra planejamento à tomada de crédito. Essa postura talvez reflita o fato de que são poucas as pessoas que vêem o crédito como ele é: um produto, como outro qualquer.

A maioria de nós se planeja antes de comprar uma geladeira, carro, ou qualquer outro bem, mas esquece de adotar o mesmo procedimento na hora de emprestar dinheiro. Mas, o que efetivamente envolve o planejamento da tomada de crédito?


O que você precisa?
Comece refletindo sobre o porquê da sua decisão de tomar dinheiro emprestado. O forte crescimento na concessão de crédito, que vem ocorrendo nos últimos anos, acaba incentivando as pessoas a usarem crédito para arcar com despesas correntes ou para a realização de sonhos de consumo.

Não há nada de errado em usar o crédito para realizar um sonho de consumo, mas antes de optar por esse caminho faça as seguintes perguntas: será que você realmente precisa disso agora? Não é possível esperar um pouco? Quanto você economizaria se planejasse a compra a vista?



Se depois de analisar esses pontos você ainda estiver convencido de que o crédito é a melhor saída, é hora de avaliar que tipo de linha de crédito você precisa, quanto você precisa tomar emprestado, e por quanto tempo você vai precisar desse dinheiro. Uma vez definido o tipo de linha de crédito que você precisa é hora de pesquisar os custos.

Que valor e por quanto tempo?
Se você não sabe ao certo o quanto vai precisar, faça as contas com cuidado, não vale a pena tomar um volume maior de crédito emprestado só por segurança. Lembre-se que isso tem um custo. Muitas vezes o consumidor, animado com o fato da taxa de juro ser mais baixa, acaba decidindo aumentar o volume do empréstimo, o que acaba pesando no seu bolso.

Definido o volume, é hora de refletir por quanto tempo, ou o prazo, durante o qual você vai precisar desse dinheiro. De certa forma, essa resposta está alinhada com o objetivo que você pretende dar ao dinheiro emprestado. Estamos falando de uma emergência financeira temporária: o seu salário atrasou, e você não tinha com o que pagar as contas? Você perdeu emprego e não conta com uma reserva de emergência? Optou por comprar financiado um determinado bem?

Com essas duas informações você já pode definir melhor o tipo de linha de crédito que precisa. Vale notar que, no caso das necessidades temporárias de dinheiro, pode valer mais a pena optar por uma linha de crédito rotativo, como o cartão ou o cheque especial, do que com uma linha de empréstimo pessoal com prazo mais longo.

Na ponta do lápis
É claro que aí é preciso ter uma noção realista do que é temporário, pois senão corre-se o risco de virar permanente e, nesse caso, o crédito rotativo não é a melhor opção. A tabela abaixo ilustra essa situação. Se temporária, financiar no cartão implica em gastos menores do que fazer um empréstimo pessoal.
Linha de créditoCartãoEmpréstimo
Valor emprestadoR$ 5.000,00R$ 5.000,00
Prazo2 meses12 meses
Taxa10% ao mês5,29% ao mês
Gasto com juroR$ 761,90R$ 1.880,69
Porém, se a situação temporária se alongar, e você financiar esse saldo no cartão por seis meses, então aí a situação já muda, e o gasto total com juros do cartão já supera o do empréstimo pessoal.

Atenção aos custos!
Aqui também é preciso atenção, pois os custos de um financiamento não terminam com os juros, é preciso arcar com as taxas de concessão de crédito, assim como o custo do seguro - já que na maioria dos casos o custo do seguro já é embutido.

Contudo, é preciso se informar sobre custos extras, ou possibilidade de mudança dos juros durante o prazo de financiamento. Você está financiando a uma taxa fixa, ou não? Não são raros os casos de empréstimos, sobretudo, no caso de crédito rotativo, cuja taxa anunciada é bastante atrativa, mas não se aplica em todos os casos.

É possível que essa taxa só seja praticada para um volume de crédito menor, ou por um período determinado de tempo, depois do que as taxas praticadas são até mais elevadas do que as vigentes no mercado. Aqui novamente é preciso fazer as contas. Se você acredita que consegue quitar sua dívida antes do término do período no qual a taxa é mais baixa, então essa pode ser a melhor linha de crédito para você.

Um ponto que vale a pena ser analisado é a possibilidade de quitação antecipada, e as condições na qual isso pode acontecer. Em alguns casos, a quitação até é aceita, mas as condições oferecidas não são atrativas, daí a importância de se avaliar com cuidado o tema.

Endividamento, quando perdemos o controle?
Mesmo que as condições oferecidas em uma determinada linha de crédito sejam atrativas, você precisa verificar que ela se encaixa na sua realidade financeira. Assim, avalie qual o peso da prestação no seu orçamento.

Um erro comum cometido pelas pessoas é o de analisar a prestação de crédito de forma individual. Ainda que as regras de financiamento sugiram que a prestação não deve comprometer mais do que 30% da sua renda mensal, lembre-se que, provavelmente, essa análise já está sendo feita pela instituição financeira.

No seu caso é preciso ir além. Mesmo que a prestação comprometa uma parcela inferior a 20% do seu orçamento, avalie o quanto dele já está comprometido, e se você realmente tem como absorver esse gasto extra. Caso tenha condições de absorver o gasto com a prestação, mas isso faça com que a parcela do seu orçamento comprometida com dívidas supere os 40%, você corre o risco de perder o controle.

Nessa situação, avalie se não é o caso de esperar um pouco mais para levantar esse crédito. Será que não vale mais a pena adiar a realização do sonho, ou no caso de uma emergência, recorrer a cortes drásticos no orçamento, e até mesmo a venda de bens para obter o dinheiro de que precisa?

Antes de assinar o contrato de crédito leia com atenção todas as cláusulas e pergunte tudo o que não entender. Assegure-se de que tudo o que foi combinado com relação a custos, prazo, quitação, garantias esteja detalhado no contrato. Feito isso, guarde uma cópia, pois essa é segurança de que seus direitos serão respeitados.
Leia Mais ››

Veja 15 pensamentos que diferem as pessoas ricas

Conheça as diferenças entre os pensamentos dos ricos e da maioria das pessoas


InfoMoney

Quem tem muito dinheiro pensa e age de maneira diferente da maioria da população. Ao menos, esta é a opinião do autor do livro “Como pessoas ricas pensam”, Steve Siebold, que relatou ao site Business Insider as diferenças nas atitudes dos ricos.

Veja 15 desses pensamentos:


1- Egoísmo é uma virtude, sabia?
A maioria das pessoas sente necessidade de salvar o mundo e colocar os outros antes de si mesmo. Já as pessoas ricas acreditam que se não se ajudarem primeiro, não poderão ajudar ninguém.

2- Não fique esperando; agir é a chave do sucesso
Você não vai ver uma pessoa rica na fila para jogar na loteria (mesmo antes de ser rica). Grande parte das pessoas está sempre à espera de alguém para ajudá-los a ficar rico, seja a loteria, o Governo, um amigo ou o cônjuge, mas isso só os mantém pobres. As pessoas ricas agem e gastam tempo resolvendo problemas.

3- Valorize o diferencial
As pessoas acreditam que o caminho para a riqueza é por meio da educação, fazendo mestrado e doutorado. As pessoas ricas são geralmente ricas, porque elas fizeram dinheiro vendendo um conhecimento específico que adquiriram.

4-Sonhe com o futuro
As pessoas ricas gastam muito tempo olhando para o futuro, estabelecendo metas e ansiosas pelo o que vem pela frente. A maioria das pessoas vive no passado e ficam infelizes ou deprimidas.

5- Pense em dinheiro de forma lógica
As pessoas normalmente caem na armadilha de pensar sobre dinheiro emocionalmente, apenas querendo se aposentar confortavelmente. No entanto, as pessoas ricas mantêm uma relação lógica com o dinheiro, vendo-o como uma ferramenta que representa opções e oportunidades.

6- Siga a sua paixão
Oprah Winfrey disse que você tem que seguir a sua paixão e fazer o que você ama. As pessoas ricas encontram uma maneira de serem pagas para fazer algo que amam. A maioria das pessoas ganha dinheiro fazendo coisas das quais não gostam.

7- Sonhe alto
As pessoas definem expectativas baixas para evitar decepções, já quem é rico cria expectativas enormes e segue seus sonhos.

8- É preciso ser alguém
A maioria das pessoas acredita que você tem de fazer alguma coisa para ser rico e focar em resultados imediatos. Pessoas ricas se concentram em melhorar continuamente a si mesmas e aprendem com sucessos e fracassos.

9- O dinheiro dos outros é bem-vindo
As pessoas acreditam que precisam de seu próprio dinheiro para fazer dinheiro, enquanto as pessoas ricas não vêem nenhum problema em usar o dinheiro de outras pessoas.

10- Viva conforme seus meios
Os ricos adotam a atitude de viver de acordo com seus meios; enquanto parte das pessoas vive acima das suas possibilidades.

11- Ensine seus filhos como serem ricos
A maioria das pessoas ensina a seus filhos como sobreviver, enquanto os ricos ensinam seus filhos desde cedo sobre o mundo dos ricos e pobres.

12- Não deixo o dinheiro te estressar
Os ricos encontram paz de espírito na riqueza e não têm medo de admitir que o dinheiro pode resolver a maioria dos problemas, o que lhes permite ganhar mais dinheiro. Já a maioria das pessoas vê o dinheiro como uma batalha e um mal necessário que eles têm de suportar.

13- Educação ou entretenimento? Eles ficam com o primeiro
As pessoas fazem o oposto, elas lêem romances, tablóides e entretenimento em vez de continuar se educando depois da escola.

14- Os ricos se cercam de pessoas que pensam como eles
As pessoas ricas convivem com pessoas que têm as mesmas ideias e condenam atitudes de tristeza e melancolia, o que aumenta a fama de esnobes.

15- Concentre-se em ganhar
As pessoas se concentram em poupar e perdem grandes oportunidades tentando viver frugalmente. Já as pessoas ricas constantemente focam em grandes quadros e em como ganhar grandes quantias.
Leia Mais ››

Geladeira que envia lista de compras para o celular custa R$ 5.399

Central inteligente coordena os itens da geladeira, avisando até quando os alimentos vão vencer


InfoMoney

A Brastemp acaba de lançar uma geladeira que envia a lista de compras para o celular por meio de QR code. O item chega para os consumidores com o preço sugerido de R$ 5.399.
O modelo Brastemp Inverse BRV80 - com freezer embaixo e geladeira em cima, também gerencia os alimentos e avisa ao consumidor quando eles vencerão. Além disso, ela também pode salvar as listas de compras mais usadas.

A lista de compras compartilhada por QR code pode ser compartilhada e alterada em tempo real.


Tecnológica
Em sua central inteligente, a geladeira também abriga um guia rápido digital, onde pode ser inserido na tela digital localizada na porta do refrigerador, calendário, timer, imãs digitais para colocar telefones úteis e espaço para recados.

Além disso, o consumidor poderá usar fotos ou outras imagens como slide show ou fundo de tela. As imagens podem ser inseridas na tela do refrigerador por meio de uma entrada USB.
Leia Mais ››

Como melhorar as finanças pessoais?

Em entrevista ao Administradores.com, o educador financeiro Mauro Calil relata como usufruir o dinheiro no presente sem deixar de pensar no futuro


Administradores.com

Dizem que dinheiro não traz felicidade, no entanto, a falta dele pode trazer bastante dor de cabeça e apreensão nas pessoas. Por isso, quando o assunto é finanças pessoais, não faltam dilemas sobre as melhores formas de fazê-lo render durante o mês e guardá-lo para o futuro.
O Administradores.com conversou com o professor e educador financeiro Mauro Calil, autor do livro "Separe uma verba para ser feliz", publicado pela Editora Gente, para saber quais os caminhos para balancear as finanças e juntar mais para o futuro.

Uma das primeiras lições que destacam quando o assunto é educação financeira é de anotar todos os gastos da pessoa em uma agenda. Essa premissa ainda é válida? Só ela resolve?

As anotações têm múltiplas funções. A do controle é óbvia, mas também a disciplina e a posterior organização e análise dos gastos e das receitas trarão muitos benefícios. Portanto, sim, anotar e aprender com as anotações é válido e por si só trarão benefícios não experimentados por quem não tem esta prática.

É possível poupar dinheiro para o futuro e aproveitar bem o hoje?

É super possível. Este é o tema central do livro "Separe uma verba para ser feliz'. O pulo do gato reside nas técnicas de salvar dinheiro sem abdicar do bom padrão de vida. Quem domina o assunto tem boa vida e ainda constrói um futuro maravilhoso.

Imagem: Reprodução

Nisso, você desenvolveu o método de educação financeira chamado FAST. Como exatamente ele funciona?

FAST, que em inglês quer dizer rápido, é a sigla para fazer, antever, salvar e turbinar. Tudo isso em relação ao dinheiro. No livro mostro como é possível e fácil fazer mais dinheiro, como antever o que acontecerá com seu dinheiro antes que de fato aconteça, como salvar dinheiro que é muito diferente de economizar e como turbinar seus rendimentos com aplicações financeiras diferenciadas e seguras, algo de pouco conhecimento do público em geral.

Pegar um empréstimo nunca foi tão fácil. As linhas de crédito estão cada vez mais facilitadas. No entanto, sabemos ainda que o Brasil possui um dos índices mais elevados de juros no mundo. Sabendo disso, quais tipos de empréstimos você recomendaria e quais devemos evitar?

Sempre devemos evitar tomar dinheiro emprestado. O mundo das finanças é dividido em dois lados: o lado de quem recebe juros e o lado de quem paga juros. Estar do lado certo fará com que você enriqueça.

Sobre investimento. O que você nota atualmente como boas saídas para investir?

Sair da caderneta de poupança já é um bom passo a ser tomado. Sair da agência bancária e procurar uma corretora é um segundo passo. As melhores oportunidades de investimento estão na grande rede do varejo bancário, por isso, invista em educação financeira, faça cursos e aprenda o que é melhor para você. Responda a três perguntas antes de investir Qual o montante? Qual o prazo? Qual o objetivo do investimento?De posse das repostas um bom produto financeiro aparecerá à sua frente.

Para encerrar, quais dicas você deixaria daria para manter um equilíbrio financeiro?

Separe uma verba para ser feliz. Ser feliz hoje, amanhã e sempre.
Leia Mais ››

Medo do desemprego atinge maior nível desde 1999, aponta pesquisa

Índice de medo do Desemprego cresceu 5,4% na comparação com março. Pesquisa da CNI ouviu 2.002 pessoas em 141 municípios.



Do G1, em São Paulo

O medo do brasileiro de perder o emprego atingiu em junho o maior patamar desde setembro de 1999, segundo pesquisa divulgada nesta sexta-feira (3) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).

O Índice de Medo do Desemprego passou de 98,8 pontos em março para 104,1 pontos em junho, o que representa crescimento de 5,4%.

"O índice se encontra no terceiro patamar mais alto de sua série histórica, superado apenas pelos valores mensurados em julho e setembro de 1999", destacou a CNI.
O novo crescimento do medo do desemprego ocorre após uma alta de 32,1% na pesquisa anterior, realizada em março, indicando que as expectativas da população em relação ao mercado de trabalho continuam se deteriorando.

A pesquisa ouviu 2.002 pessoas em 141 municípios entre 18 e 21 de junho de 2015.

Já o Índice de Satisfação com a Vida apresentou leve recuperação, passando de 94,7 pontos em março para 95,6 em junho, um crescimento de 1%. Segundo a CNI, esse crescimento não reverte a retração do indicador, que acumula queda de 7,3% em relação a junho de 2014.
Leia Mais ››

‘Juros do Brasil fazem agiota americano sentir vergonha’, diz NYT


Sucesso das lojas de penhores é sinal de que a orgia de endividamento dos consumidores do País está chegando ao limite

Do Estadão
Por Simples Finanças

Dan Horch
THE NEW YORK TIMES
A aposentada Carmelita Valente aguarda avaliação de suas jóias na agência de penhores da CEF: alternatica aos juros altos (NYT)
A aposentada Carmelita Valente aguarda avaliação de suas jóias na CEF: alternativa aos juros altos (NYT)
Os juros praticados no Brasil fariam um agiota americano sentir vergonha. Os cartões de crédito cobram mais de 240% ao ano. Empréstimos bancários ultrapassam os 100%. Para um número cada vez maior de consumidores que precisam de dinheiro, a loja de penhores é a melhor opção.
Quando a dona de casa Ângela Pereira, de São Paulo, precisou de dinheiro extra para comprar o material escolar da filha, ela penhorou uma corrente de ouro para receber R$ 530. Ajustando para a alta inflação do país, ela pagará juros de apenas cerca de 19%, um pouco mais do que o americano comum costuma pagar no cartão de crédito. ”É acessível e barato”, disse ela.
O crescente sucesso das lojas de penhores é o mais recente sinal de que a orgia de endividamento dos consumidores do país pode estar chegando ao limite.
O inchaço da classe média brasileira – e dos seus hábitos de consumo – ajudou a alimentar a economia em geral durante anos. Mas o crescimento está desacelerando, e os consumidores lutam para pagar suas contas.
A economia enfraquecida foi um ponto inflamável na recente eleição, vencida por pequena margem pela atual presidente Dilma Rousseff no segundo turno.
O banco central elevou os juros novamente, na tentativa de combater a inflação. Mas isso pode pesar no crescimento e complicar ainda mais o panorama do endividamento do consumidor.
Embora ainda representem uma parcela relativamente pequena do setor de crédito, as lojas de penhores têm prosperado, mesmo num momento em que outros tipos de empréstimo parecem pouco atrativos. Alguns brasileiros, mesmo aqueles firmemente instalados na classe média, estão usando as lojas de penhores para quitar as dívidas do cartão de crédito, cobrir despesas inesperadas ou simplesmente acessar uma linha de crédito mais barata.
O funcionário da CEF José Becker busca peças para devolver ao proprietário (Foto: NYT)
O funcionário da CEF José Becker busca peças para devolver ao proprietário (Foto: NYT)
Getúlio. Diferentemente do que ocorre nos Estados Unidos, as lojas de penhores brasileiras são regulamentadas no nível nacional. Em vez de atuarem independentemente e definirem seus próprios juros e regras, as lojas de penhores são operadas pela Caixa Econômica Federal, de propriedade do governo.
A rigorosa supervisão é legado da presidência de Getúlio Vargas, que tomou o poder nos anos 1930 durante um golpe militar e demonstrava simpatia pelo fascismo europeu. Mas ele também apresentou reformas progressistas, incluindo a jornada de trabalho de 8 horas diárias. Como parte de sua tentativa de baixar os juros, ele aboliu as lojas de penhores particulares em 1934, conferindo o monopólio do setor à Caixa.
Como ocorre com qualquer outro banco, as agências da Caixa têm fileiras de caixas eletrônicos; atendentes para a abertura de contas, solicitações de crédito e hipotecas; e caixas que recebem depósitos e fazem saques. Mas, em 463 das agências da Caixa, há uma fileira de caixas com balanças e ferramentas de joalheiro para pesar e testar metais preciosos, joias e relógios de luxo.
Após a inspeção, o caixa oferece um empréstimo imediatamente, em geral com valor equivalente a 85% do item penhorado. O caixa não faz perguntas sobre o emprego, a renda ou o histórico de crédito do solicitante – basta nome, endereço e cadastro de pessoa física.
O superintendente nacional da Caixa para finanças do consumidor, João Régis Magalhães, disse ser apenas lógico que as lojas de penhores oferecessem juros mais baixos do que outros tipos de crédito: “a operação é simples, incorrendo em poucos custos, e o risco é muito baixo, porque temos uma garantia de retorno do dinheiro”.
O crescimento do crédito oferecido pelas lojas de penhores segue em certos aspectos o boom geral no endividamento dos lares. De junho de 2004 a junho de 2014, o crédito ao consumidor brasileiro aumentou 658%, chegando a US$ 297 bilhões, de acordo com a Associação Nacional de Executivos das Finanças, Administração e Contabilidade. O portfólio de empréstimos oferecidos por penhoras pela Caixa mais do que dobrou nos quatro anos mais recentes, chegando a US$ 670 milhões, com 1,3 milhão de empréstimos em aberto.
As consequências negativas da orgia de crédito foram mais dolorosas em outros tipos de empréstimo. O Banco Central informa que 6,7% dos empréstimos bancários pessoais e 26,3% das contas de cartão de crédito estão em situação de inadimplência. Em comparação, a Caixa disse que apenas 0,6% dos clientes que penhoraram seus bens deixaram de pagar em dia.
Enquanto outras formas de crédito tiveram desaceleração, os empréstimos por penhora continuam a crescer rapidamente. A Caixa planeja dobrar o número de agências que oferecem esse tipo de empréstimo até o final de 2015.
Marianne Hanson, economista da Confederação Nacional do Comércio, disse que muitos lares de baixa renda para os quais o crédito era uma novidade anos atrás “estão agora aprendendo como funcionam os juros e, com isso, procuram a alternativa mais barata”.
O crédito que exige alguma forma de garantia colateral, como a penhora, se encaixa nessa descrição, disse ela. E até os lares de classe média estão procurando as lojas de penhores para romper o ciclo do endividamento.
No início da década, a coordenadora de eventos Arianna França, que trabalha para o judiciário do Estado de São Paulo, enfrentou uma emergência médica. O seguro de saúde do pai não cobriu todos os procedimentos necessários para tratar do câncer dele.
Como servidora civil, Arianna tinha a opção de recorrer ao chamado crédito consignado. Nos empréstimos desse tipo, o empregador do devedor desconta automaticamente do salário a quantia devida a cada mês, e os juros são semelhante aos de uma penhora.
Mas, como muitos outros servidores civis e pensionistas, Arianne já estava gastando mais de 30% da renda no pagamento de empréstimos consignados – o limite permitido pela lei.
“Há tanto crédito disponível que a pessoa simplesmente compra mais e mais. Isso pode se tornar um problema”, disse ela.
Seus cartões de crédito também chegaram rapidamente ao limite. Com frequência, o pagamento mínimo mensal exigido para os cartões de crédito no Brasil não basta para impedir que a dívida aumente.
Assim, dois anos atrás, ela penhorou as joias e conseguiu R$ 40 mil para pagar os cartões de crédito. Os juros são baixos o bastante para que ela possa pagar o principal da dívida, e as joias devem voltar ao seu poder no ano que vem.
Embora possam proporcionar recursos muito necessários, as penhoras também trazem riscos.
Funcionária da CEF em São Paulo examina corrente de cliente (Foto: NYT)
Funcionária da CEF em São Paulo examina corrente de cliente (Foto: NYT)
Vício. Faz anos que a terapeuta holística Valéria Ferraz, de São Paulo, penhora as joias para ajudar a pagar as contas quando os negócios vão mal, recuperando-as quando os clientes retornam.
“A dinâmica se torna viciante”, disse ela. “É tão fácil obter dinheiro extra que às vezes faço isso mesmo sem precisar de verdade.” Valéria admitiu ter perdido um anel de ouro com diamantes certa vez por não ter pago em dia os juros da penhora.
Quando um cliente se torna inadimplente, a Caixa exibe o item penhorado em sua página da internet. Os interessados podem dar lances usando os caixas eletrônicos do banco. Se o valor captado no leilão for superior à dívida do cliente, este recebe a diferença.
Mas, como a Caixa avalia as joias apenas com base na matéria prima, sem levar em consideração o trabalho de ourivesaria, o preço de leilão raramente reflete o verdadeiro valor das peças.
O presidente da Associação Brasileira de Educadores Financeiros, Reinaldo Domingos, disse que as lojas de penhoras podem ser menos caras que outras opções, mas não são baratas.
“Para muitos, a bola de neve não para de crescer”, disse ele. Mas, para aqueles que mantêm sob controle os empréstimos e dívidas, as penhoras podem substituir o cartão de crédito e seus altos juros.
A assistente administrativa Carmelita Valente, de São Paulo, hoje aposentada, penhorou anéis, colares, um pingente e brincos para ajudar a pagar as despesas do lar após a morte do marido, em 1992. Desde então, Carmelita nunca se tornou inadimplente. Mas não conseguiu recuperar os bens penhorados. Em vez disso, faz 22 anos que ela usa a penhora como linha de crédito.
Com base no valor de seus itens, a Caixa permite que ela tome emprestados até R$ 4 mil, mas raramente ela precisa de tanto. ”Juntei algum dinheiro meses atrás e quitei R$ 1.200. Mas, no mês passado, tomei emprestados R$ 600 para pagar por consertos na casa. Tudo depende de minhas necessidades do mês”, disse Carmelita. Atualmente, ela deve R$ 2.300,00.
A aposentada sabe que o melhor seria não tomar empréstimo nenhum. ”Minha filha sempre diz que estou apenas sustentando o banco”, conta ela. Mas, com a renda mensal, ela não consegue poupar para arcar com despesas inesperadas.
Tradução de Augusto Calil
Leia Mais ››